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G.E.E.L.E. -  Global Economics Extinction Level Event

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Herdeiros do ‘crash’ 

Spoiler

Dez anos depois, é possível constatar que a crise financeira e econômica mais grave desde a Grande Depressão deixou sua marca nos mercados globais. Embora esteja formalmente superada, suas sequelas se estendem no tempo e ainda são visíveis. O colapso financeiro, que começou com a crise das hipotecas subprime, a quebra de grandes instituições financeiras nos Estados Unidos (Bear Stearns, Lehman Brothers) e continuou com os resgates bancários muito dispendiosos pagos com dinheiro público, se prolongou em uma recessão econômica global que destruiu milhões de empregos (mais de 8 milhões nos EUA; na Espanha, por exemplo, foram entre 2,5 milhões e 3 milhões). Dez anos depois, o crescimento mundial ainda não conseguiu materializar sua capacidade potencial e permanecem em vigor as políticas monetárias excepcionais. Estamos convalescendo da Segunda Grande Depressão.

Embora existam muitas interpretações para explicá-la, há certo consenso de que foi provocada pela confluência de várias anomalias, algumas circunstanciais e outras sistêmicas. O marco foi, nos Estados Unidos, um mercado desregulado – pela pressão de Wall Street sobre Washington –, inundado de liquidez, com baixas taxas de juros, no qual havia incubado uma bolha imobiliária e que havia desenvolvido instrumentos financeiros, mantidos por garantias hipotecárias e empréstimos de qualidade muito baixa. Em vez de controlar a solidez dos empréstimos imobiliários, as instituições bancárias desenvolveram inovações financeiras: embalaram as hipotecas de baixa qualidade e os empréstimos de alto risco como produtos sofisticados que colocaram maciçamente nos mercados globais. Isso provocou um cruzamento avassalador de ativos complexos, com alta remuneração, respaldados por empréstimos de alto risco de calote que acabou explodindo quando nessa aposta global entre bancos alguém se recusou a pagar as comissões que não se justificavam pela qualidade real dos ativos. O castelo de cartas desmoronou e com ele caiu uma parte da confiança global no sistema bancário.

Hoje, a crise financeira foi superada graças aos resgates bancários massivos, embora as consequências ainda sejam visíveis. A economia mundial tem certa pulsação, mas existe uma grande assimetria entre as áreas afetadas pelo crash. A Europa aplicou com atraso as políticas monetárias mais adequadas. E, além disso, as pressões da Alemanha e seus parceiros do Norte impuseram uma política econômica pró-cíclica, de ajuste orçamentário, contraindicada em períodos de recessão.

A questão relevante é saber se as autoridades econômicas assimilaram as lições do crash de 2007. Há sérias dúvidas a respeito. É verdade que os bancos de todo o mundo, especialmente os norte-americanos e europeus, aumentaram suas provisões, de modo que a probabilidade de uma nova crise é menor. Mas continuam resistindo a uma regulação financeira mais precisa e as reformas prometidas "para que isso não volte a acontecer", que com tanta ênfase prometeram de Obama a Merkel, foram simplesmente esquecidas quando a crise arrefeceu. As reformas se limitaram a pouco mais que os resgates.

***

Bolha imobiliária: dez anos do gatilho da crise que parou o mundo

Spoiler

Faz dez anos que explodiu a crise das hipotecas subprime, ou hipotecas podres, assim chamadas porque haviam sido concedidas, com juros altos, a pessoas físicas com elevado risco de créditos. O colapso dos mercados foi tão drástico que obrigou o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) — e o Banco Central Europeu (BCE) — a injetar centenas de bilhões de dólares e a baixar as taxas de juros. Os bancos centrais entraram em águas nunca antes navegadas de política monetária e fiscal. Foram medidas de choque que não chegaram à raiz do problema: os bancos estavam infectados por produtos, criados por matemáticos financeiros, que se baseavam em créditos oferecidos a pessoas que apresentavam renda incompatível com as prestações, passado recente de inadimplência, falta de documentação adequada, ou mesmo a devedores sem patrimônio, trabalho ou renda.

[...]

A resposta à crise financeira se deu de duas maneiras. Houve primeiramente a intervenção para socorrer as instituições sistêmicas, incluindo empresas não supervisionadas pelo Fed, como a AIG e o Bear Stearns. Depois foram estabelecidos mecanismos para aumentar a liquidez de que os operadores financeiros precisavam para manter suas atividades e fazer o dinheiro chegar à economia.

Em dois dias o Fed injetou US$ 87,5 bilhões (R$ 275 bilhões), e o BCE, outros US$ 156 bilhões. Na semana a taxa de juros foi cortada em meio ponto, e pela primeira vez foi reconhecido que o risco era real. Esse pessimismo repentino levou o banco central a reduzir o preço do dinheiro em mais meio ponto, o que levou a taxa a 4,75% em 18 de setembro.

As medidas não frearam o colapso. Na segunda-feira 17 de setembro de 2007, milhares de clientes do Northern Rock, banco inglês especializado em hipotecas, fizeram fila para sacar seu dinheiro. O banco não suportou as retiradas, e o Governo decidiu nacionalizá-lo em fevereiro de 2008. O Bear Stearns acabou absorvido pelo JPMorgan em março de 2008 para evitar sua quebra, como antessala do desastre de 15 de setembro de 2008, a queda do Lehman Brothers e a compra do Merrill Lynch por parte do Bank of America.

A crise pode se repetir? Yellen admite que isso não pode ser descartado, mas afirma que não será como a de 2008, porque o sistema está muito mais seguro, graças aos colchões de capitalização exigidos dos bancos. Christine Lagarde, diretora gerente do Fundo Monetário Internacional, é menos assertiva: “De onde virá, de que forma e com que alcance é algo a se ver, porque chegam de onde menos se espera”. A normalização da política monetária nos EUA está em curso: em dezembro de 2015 as taxas de juros começaram a subir e estão entre 1% e 1,25%. Mas o Fed precisa se desfazer de US$ 4,5 trilhões que comprou em bônus do Tesouro e títulos hipotecários. A economia dos EUA, apesar de passar por pleno emprego, cresce abaixo do potencial anterior à crise, os salários não aumentam como antes da recessão, e a desigualdade aumentou. São as feridas abertas da crise que começou tudo.

***

Great News: There’s Another Recession Coming

Spoiler

If you’ve been keeping an eye on the US economy in recent years, you might notice that things are looking pretty darned rosy. Unemployment is at its lowest level in 40 years, wages are rising, and house prices have not only recovered from their fiery crash of 2009 – they have had several years of record breaking prices in most regions, just like the stock market.

[...]

It’s a lot easier to fix your problems right now, with a stiff economic tailwind at your back, than it will be in just a couple of short years (or less?) when the high seas and lighting bolts and whirlpools are ripping at your pockets. Fair weather preparations include:

  • Rake in your big paycheck while it lasts and don’t blow it on temporary luxuries
  • Keep your living footprint efficient – in expensive cities this is a great time to rent, and not a great time to spring for the sprawling home of your dreams on a big mortgage.
  • Eliminate any last shreds of consumer and student loan debt
  • With the stock market at higher price-to-earnings ratio than usual, there is less harm in paying off your mortgage earlier, keeping six months of living expenses in cash or money market funds, and other non-stock investments like rental properties in low-cost cities (where reliable rent is over 1% of total property price per month).
  • Design your career and your self-employment side gigs so that they are resilient: multiple streams of income from different sources, and an easy answer for “What would I do if my job or industry ceased to exist?”

Of course, becoming less dependent on a steady job is always a good thing – it just happens to be much easier to build that independence if you’re surfing atop a giant economic wave like this one.

[...]

Household debt levels have risen back to their pre-crash peak, and with an even worse composition: more student loans, and a record level of auto loans, the most ridiculous and self-destructive piece of personal finance outside of mortgaging your shins to a loan shark to afford tonight’s cocaine.

Consumer debt shouldn’t really exist at all – it’s simply a house of cards that allows impatient people to pull their consumption from the future, just a teeeeny bit forward into the present, in exchange for spectacularly bad costs, stress, and wrecking of lives. But because it exists and is profitable, a huge ($1.3 trillion in 2015) financial industry has sprung up to originate, multiply, and churn this debt.

Just like 2007, the financial industry is on top of the world again, with lots of easy money flying around into things like “subprime auto loans”. The Great Recession of that era was caused when the wild packaging and reselling of mortgage debt combined with a false sense of confidence that the party would go on forever.

The final piece of evidence comes from just how long the present party has gone on. If you look at the history of economic expansions – how long we have gone since the last recession – we are currently enjoying the third longest one in history:

[...]

***

US Household Debt Rose To $12.6 Trillion In 2016: Biggest Jump In A Decade

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Spoiler

To summarize the key points:

Housing Debt

  • There were $617 billion in newly originated mortgages this quarter, the highest level seen since 2007Q3.
  • Mortgage delinquencies were mostly unchanged, with 1.6% of mortgage balances 90 or more days delinquent at the end of 2016Q4.
  • Delinquency transition rates for current mortgage accounts improved slightly, with 1.0% of current balances transitioning to delinquency, from 1.2% in 2016Q3. Of mortgages in early delinquency, 18%  transitioned to 90+ days delinquent, while 37% became current.
  • About 79,000 individuals had a new foreclosure notation added to their credit reports between October 1 and December 31st.

Student Loans, Credit Cards, and Auto Loans

  • Outstanding student loan balances increased by $31 billion, and stood at $1.31 trillion as of December 31, 2016.
  • 11.2% of aggregate student loan debt was 90+ days delinquent or in default in 2016Q42.
  • Auto loan balances increased by $22 billion, continuing their steady rise. Auto loan delinquency rates deteriorated again, with 3.8% of auto loan balances 90 or more days delinquent on December 31, 0.2% above last quarter.
  • Credit card balances increased by $32 billion, to $779 billion, while 90+ credit card delinquency rates were unchanged at 7.1%.
  • Credit Inquiries
  • The number of credit inquiries within six months – an indicator of consumer credit demand – declined from the previous quarter, to 171 million.

***

Market Crash? Another 'Red Card' For The Economy

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[...]

What is the problem?

If we look at the 180 most important economies in the world, only six have in their estimates of 2018, 2019 and 2020 an evident improvement of their fiscal and commercial imbalances. In other words, almost no government in the world plans to reduce the rate of debt increases. If we look at the corporate sector and families, the situation is much better, because private debt is somehow more contained -except in China- and especially in terms of solvency, compared to profits and assets.

Given that it is more than likely that central banks will continue to Japanize the economies through financial repression, these “red cards” are becoming more frequent and, in addition, there comes a point at which the saturation of monetary and debt measures stops working even as a placebo.

Governments and their central banks always start from a wrong diagnosis. They always believe that the problems of their economies are due to lack of demand and that turmoils are caused by external enemies, not by their policies. By appointing themselves as a solution to the problems they create, they only perpetuate the imbalances, and the solution is increasingly complex

Above all, the tools that central banks and governments have always used (lowering rates, increasing liquidity and increasing spending), generate very evident diminishing returns. In the past eight years, for every $1 of GDP, there were $3 of debt created. 

This week’s tantrum will probably recover because the incentive to continue inflating the risky assets is high. But we already have had several warning signs and we keep ignoring them . Even worse, episodes of volatility are being used to increase imbalances and generate further problems in the long-term.

When societies are based on incentivizing spending and debt and not saving and prudent investment, we are always going to throw ourselves into a bigger problem based on the conviction that nothing is happening. When it bursts, governments and central banks will blame anyone except themselves. And repeat.

Fed balance sheet: will it cause an inflation problem?

Spoiler

One question in particular has kept cropping up: With the Fed no longer reinvesting all of its maturing assets, what will happen to the cash that is received from maturing bonds?

In order to answer this question we need to do a little tour of economic history. The below chart shows the pathway of the balance sheet since 2003. When Fed Chair Ben Bernanke launched quantitative easing in 2008 as a response to the financial crisis, investors were concerned that turning on the money printing presses would unleash hyperinflation similar to what has been seen in Zimbabwe or 1920s Germany. In order to combat this issue the Fed opted to use the freshly printed cash to purchase assets in the market rather than just throwing the cash straight into circulation.

Now that the Fed is allowing some assets to mature each month they will be receiving that cash back and as the balance sheet declines this cash will be removed from circulation. The cash came from nothing and it will essentially return to nothing.

The below chart shows the pathway of the balance sheet since 2003. When Fed Chair Ben Bernanke launched quantitative easing in 2008 as a response to the financial crisis, investors were concerned that turning on the money printing presses would unleash hyperinflation similar to what has been seen in Zimbabwe or 1920s Germany. In order to combat this issue the Fed opted to use the freshly printed cash to purchase assets in the market rather than just throwing the cash straight into circulation.

Now that the Fed is allowing some assets to mature each month they will be receiving that cash back and as the balance sheet declines this cash will be removed from circulation. The cash came from nothing and it will essentially return to nothing.10.16.17%20MI%20FAQ%20Chart.png

Spoiler

Source: Federal Reserve, FactSet, J.P. Morgan Asset Management.br /> *Balance sheet reduction assumes reduction from current level, beginning October 2017 until December 2021. Reduction of Treasuries and MBS is per FOMC guidelines from the September 2017 meeting minutes: the cap on Treasury securities will begin at $6 billion per month initially and reduction rate will increase in steps of $6 billion at three-month intervals over 12 months until reaching $30 billion per month; the MBS cap will begin at $4 billion per month initially and will increase in steps of $4 billion at three-month intervals over 12 months until reaching $20 billion per month; Other assets are reduced in proportion. In those months where the amount of maturing assets do not exceed the stated cap then the balance sheet will be reduced by the total amount of maturing assets.
Guide to the Markets – U.S. Data are as of September 30, 2017.

 

How Will the Fed Reduce its Balance Sheet?

 

As the Federal Reserve gradually begins tightening monetary policy, its next task is addressing the $4.5 trillion elephant in the room: its swollen balance sheet. 

Spoiler

Beginning in late 2008, the Fed began large-scale purchases of assets such as U.S. treasuries and government-supported mortgage-backed securities (MBS) to stave off a complete collapse of the financial system. For six years, the Fed embarked on this asset purchase program — known as quantitative easing — which kept interest rates at record-low levels in the hope that increased bank lending would spur growth. The effectiveness of the program will never really be known (a counterfactual scenario in which there never was QE cannot be tested), but the financial system in the U.S. did survive a scare of historic proportions. Some will argue QE went on for too long leading to overinflated asset prices, but we leave that debate for another day. (See also: Understanding the Fed's Balance Sheet.)

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Maturing: The Mature Approach

By simply letting the balance sheet slowly decline by not reinvesting the maturing assets is an easy path for the reduction in the balance sheet. While the Republicans argue that the pace of reduction should be swift, it is worth noting that $1.4 trillion of the $2.5 trillion in Treasuries have maturities of less than five years. Additionally, if the Federal Reserve is to keep its balance sheet large permanently — something Bernanke has argued for — the short duration of these securities makes the argument for letting the assets mature over time the more mature and stable approach.

Take Off

Minutes from the March 2017 Federal Reserve meeting showed that Fed officials backed a plan that would begin reducing the $4.5 trillion balance sheet towards the end of 2017. "Most participants anticipated that gradual increases in the federal funds rate would continue and judged that a change to the committee’s reinvestment policy would likely be appropriate later this year," the minutes said. 

Three months later these plans became clearer. At the Federal Reserve June meeting, committee members stated that once tapering begins they will start by letting $6 billion a month in maturing Treasuries run off, which will slowly increase to $30 billion over the coming months. With regards to its agency debt and Mortgage-Backed Securities (MBS), the Fed laid out a similar plan where it will begin tapering $4 billion a month until it reaches $20 billion.  Additionally, the Fed said the long-run plan is to keep the balance sheet "appreciably below that seen in recent years but larger than before the financial crisis."

And finally, confirmation. On September 20, 2017, the Fed officially announced lift-off. The unwinding of the balance sheet was underway. The $50 billion per month taper would begin in October, and at this rate, the balance sheet would drop below $3 trillion in 2020 at which point the next discussion will be how big should the Fed's balance sheet remain once tapering is over.

The Bottom Line

It has been close to a decade since the Fed launched what was, at the time, one of the bolder monetary policy moves in recent history. In the space of a few years, the Fed quadrupled its balance sheet in an attempt to fight off a fully-fledged banking collapsed.

Years later and most participants agree it worked, that the Fed prevented a fully fledged disaster. However, just as they agree with the QE program, they are just as unanimous that unwinding the trillion dollar balance sheet will be a delicate task in itself. And just like the asset purchasing program, only time will tell. 

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The Great Misconception of a Return to "Normal"

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Since 2009, there has been ongoing discussion of the size & composition of major central bank balance sheets (I'm focusing on the Federal Reserve Bank, European Central Bank, and the Bank of Japan) but little discussion of why these institutions felt (and continue to feel) compelled to "buy" assets.  The chart below highlights the ongoing collective explosion of these bank "assets" since 2009 after a previous period of relative stability.


These institutions clearly have the capability and willingness to digitally conjure "money" from nothing and have felt compelled to remove over $10 trillion worth of assets from the markets since 2009.  This swap of illiquid assets for liquid cash had (and continues to have) the effect of squeezing the prices of the remaining assets higher (more money chasing fewer assets=price appreciation).

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A prime example of that squeeze, the US stock market total valuation (represented by the Wilshire 5000, below) is $10 trillion higher than the "bubble" peak of 2008...and $11 trillion higher than the 2001 "bubble" peak.  Likewise, US federal debt since 2008 has increased by...you guessed it, $10 trillion.

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The narrative seems to be that 2009 was a one off event and that the central banks role was and still is to "stabilize" the situation until things "normalize".

But right there...that idea that 2009 was a "one-off" or "abnormal" couldn't be more wrong.  So what is "normal" growth, at least from a consumption standpoint?  Normal is never the same twice...it is ever changing and must be constantly rediscovered.  To determine "normal" growth in consumption, all we need do is figure the change in the quantity of consumers (annual population growth) and the quality of those consumers (their earnings, savings, and utilization of credit).  The chart below details the ever changing "normal" that is the annual change in the under 65yr/old global population broken down by wealthy consuming nations (blue line) and the rest of the (generally poor) world (red line).  The natural rate of growth in consumption has been declining ever since 1988 (persistently less growth in the population on a year over year basis)...but central banks and central governments have substituted interest rate cuts and un-repayable debt to maintain an unnaturally high consumption growth rate.

[...]

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The misconception is that "normal" demand will return and allow central banks to cease purchasing assets and allow these quasi banks to sell these assets back to the market.  In our lifetimes, there will be no period of like growth in consumer demand than we saw over the past half century.  In fact, the declining quantity & quality of the combined populace of the OECD, China, Brazil, & Russia will likely negatively offset the meager consumption growth from among the rest of the world.  Simply put, the days of consumption driven economic growth are at an end...and asset appreciation is now entirely a collusion of federal governments and central banks to never again allow a free and unfettered market to determine asset prices.

***

Who Will Buy Those Trillions of US Treasurys???

Spoiler

As of the latest Treasury update showing federal debt as of Wednesday, February 15...federal debt (red line below) jumped by an additional $50 billion from the previous day to $20.76 trillion.  This is an increase of $266 billion essentially since the most recent debt ceiling passage.  Of course, this isn't helping the debt to GDP ratio (blue line below) at 105%.

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[...]

So who is a buyer of US Treasury debt?  Only three possible groups remaining; "foreigners", the Federal Reserve, and private domestic sources (pensions, banks, mutual funds, individuals). I will show that foreigners have essentially ceased buying, that the Federal Reserve isn't a buyer and in fact is reducing its balance sheet...and this means there is only one buyer remaining to soak up the surging marketable debt.

Federal Reserve...presently allowing Treasury bonds and MBS (mortgage backed securities) to mature, reducing it's balance sheet on a monthly basis.  The Fed plans to roughly halve its balance sheet from $4.5 to $2.2 trillion between now and 2022 (a $250 billion annual reduction in Treasury holdings).  That is a net increase of available Treasury debt of $250 billion annually above and beyond the trillion plus in new issuance and trillions being rolled over every year.

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Foreigners...foreigners presently hold $6.3 trillion in US Treasury debt but since QE ended in late 2014, foreigners have essentially gone on strike, adding just $150 billion in a little over three years (chart below).

Foreigners added an average:

'00-->'07 +$160 billion annually

'08-->'14 +$540 billion annually

'15-->'18 +$50 billion annually

The current pace of foreign Treasury buying is less than 1/3 the pace of the early '00's and a 90% reduction from the pace of '08 through '14, when QE was in effect.

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Just three buyers hold over half (55%) of all debt held by foreigners; China, Japan, and what I call the BLICS (Belgium, Luxembourg, Ireland, Cayman Island, Switzerland).  The chart below shows each nations/groups US Treasury holdings from '00 through December of '17.  Entirely noteworthy:

China '00-->'11 +$1.2 trillion...but China has been a net seller of Treasury's since the July of 2011 debt ceiling debate

Japan '00-->'11 +$600 billion...Japan's holdings did rise after the July 2011 debate but are fast declining now toward the same quantity it held in July of 2011

BLICS '00-->'11 +$300 billion...It has been the $800 billion surge in BLICS buying since July 2011 that has kept foreign demand alive.

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As for the BLICS, their buying patterns since '07 have grown increasingly bizarre, as if profit isn't their motive?  However, if maintaining a bid for US debt is the motive, the massive surges in buying at the worst of times makes sense.

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So, I've shown US federal debt is surging but the only thing keeping the US economy "growing" is the size of the deficit and debt incurred.  I've show the traditional sources of net Treasury buying have ceased except for the domestic public.  That the Intra-Governmental holdings are essentially peaking and will be a net seller within a couple years and all new debt issued will be "marketable".  I've shown the Federal Reserve plans to "roll off" approximately $250 billion a year for up to four years.  I've shown that China ceased net buying Treasury debt in 2011 and foreigners have essentially gone on strike since QE ended.  The only real foreign bid remaining is from some pretty shady demand that looks an awful lot like it could be central bank buying, but regardless the BLICS, foreign demand for Treasury's (on a net basis) has essentially stopped.

This leaves the domestic public to purchase all the surging new issuance, plus the portion the Fed (and soon enough, the IG) is rolling off, and with little to no assistance from foreigners (even the possibility the strike turns into an outright selloff!?!).  The domestic public currently holds about $6 trillion in Treasury debt and will need to buy in excess of $1.5 trillion annually (indefinitely) between picking up the roll off and the new issuance.  If the public "willingly" do this at low interest rates, it will represent 7.5% of GDP going toward Treasury purchases that yield well below needed returns.  If the Public don't do this "willingly", interest rates will soar far more than shown above and the US will be overwhelmed by debt service.  The only other option is that the Federal Reserve makes a U-turn to re-start QE and openly engage in endless monetization.

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Has "It" Finally Arrived?

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Spoiler

The historic 'very-low interest-rate environment' didn't merely lead to a slight degree of higher risk at the margins here.

Instead, it has lead to an explosion of excessive risk everywhere today, including:

  • Junk bonds trading near their most expensive prices ever
  • Covenant lite loans out the wazoo
  • The highest levels of corporate debt ever
  • The most expensive stock markets ever, by several measures
  • The highest margin debt on record
  • Real estate bubbles across the globe
  • Pensions highly exposed to the stock market

And the central banks' policy over the past decade hasn't merely been to create a “very low interest rate environment”. It has been nine long years of intense and deliberate financial repression.

The resultant risk-taking didn’t happen “in some dimension”. It happened right here on Planet Earth, in real time, and in public and private portfolios alike, across the globe.

Pensions have been monkey-hammered by this policy, forced to throw away 100 years of accumulated investment wisdom and flip from traditional allocations of 60/40 bonds-to-stocks to the opposite in a desperate chase for yield. 

[...]

Now, why would central banks prefer credit cycles? Easy! They're a lot more fun. When they're expanding, everybody loves you. You get invited to Davos and people love celebrating you at parties.

Just as good, when the bubbles burst, as they always must, you get to ride to the rescue and play the role of savoir. And when the dust settles, you get feted as a “hero” by the mainstream media (even though you were no better than an arsonist putting out his own fire).

[...]

Time For Safety

Admittedly, we’ve been mostly out of the markets for a long while, preferring cash, gold, some core real estate holdings; while slowly building a small short position.

Our main strategy for surviving bubbles is to not get caught up in them in the first place. We've long advocated the wisdom of amassing cash, to have 'dry powder' capital to deploy at much better valuations after the bubble's bursting. In our opinion, everyone should be working on ‘buy list’ for that day.

Sadly, the expansion of the Everything Bubble has gone on for far too long as the central banks have all but destroyed true price discovery and well-informed capital allocation. Heck, most Millenial adults weren't old enough to experience the 2000 and 2008 episodes -- to them, today's Frankenmarkets are 'normal'. Most seem to have exactly zero clue of the role of the central banks have played in fostering the lion’s share of the stock and bond market gains that have occurred during their short adult lives.

The investment chat sites I lurk through to gauge the mood are awash with folks telling each other to “buy the dip” and “stand firm.”  Many are parroting the Wall Street/CNBC mantra that "This time is different!", so it’s best to just keep putting money in, staying long and fully invested.

We disagree. And we think those blindly marching to Wall Street's tune will be the first and worst victims when the next major correction hits.

Which is why we encourage everyone reading this to crash-test their portfolio with their professional financial advisor. If indeed we're entering another 2008-style correction, how will your current holdings fare? How risk-managed are your positions? Are your potential losses hedged to the downside? And once the dust settles, what's your plan for re-entering the market?

[...]

Further, the ECB is in a bind because it, too, are publicly committed to tapering its balance sheet expansions to zero by the end of 2018. And as the EU is also locked in a budget battle with Italy, and it would be very politically difficult for the ECB to both play dove and hawk at the same time by bailing out the markets with more QE while also not buying any more Italian government debt or helping Italian banks.

The Bank of Japan is pretty much done, too. It has recently even (gasp!) shrunk its balance sheet a few times in recent months.

China is busy fighting its own battles with slowing growth and history's largest ever-real estate bubble. It's also in very delicate trade negotiations with the US, complicated enormously recently with the revelation that the Chinese PLA had a role in inserting hardware hacks (chips) onto high tech products supplied to the US.  So the PBoC is probably not going to be in the business of doing anything dramatic in terms of balance sheet expansion right now.

[...]

 We’ll be looking at bonds, stocks, gold, the gold miners, currencies as well as discussing potential candidates to consider for your post-crash 'buy list'.

***

How To Prepare For A Market Crash

Spoiler

Market crashes are far more common in our imagination than in reality. This is because they are vivid and scary events. Given our evolution, we are wired to worry about these sorts of vivid events. While, this may have been useful in helping us avoid getting eaten by tigers, it's less useful for rational, disciplined stock market investing. By thinking this topic through now, hopefully you're a little better prepared when the next crash hits.

Prepare

Preparation is key. The best time to react to any potential market crash is before it occurs. Not after. Reacting in the moment can lead to expensive and costly mistakes. For example, if you saw that socks were on sale, you'd be more interested in buying socks. However, when it comes to stocks, people take a different view. When stocks are on sale, as can occur in a market crash, then often investors' instincts are to run away. Thinking about your strategy ahead of time and writing it down, just in a couple of paragraphs, can be key. Then if the markets do crash, make sure to look at that document before you act.

[...]

First off, there is typically something big and scary associated with a crash. Yet, it's often temporary. It's important to remember that the markets have endured world wars, nuclear weapons, disease epidemics, inflation spikes, mass unemployment and presidential assassinations and in each case global markets have generally come back to make new highs.

Though we don't know what will motivate a future market crash, it's likely to be something that will ultimately be recovered from if history is any guide. The economy and society are very flexible. Industries, and even countries, can rise and fall over time, but if you have a global, well-diversified and lower cost portfolio, then you should be well-positioned. This is an area where diversification helps. If you spread your bets it will likely help. You'll probably find that the next crisis centers on a specific country, part of the globe or investment theme. If you've spread your bets through diversification, then you'll undoubtedly have some assets that fall in value, perhaps alarmingly, but often certain assets can do well during certain crises such as high-quality bonds, more defensive or inexpensive parts of the stock market, or commodities including gold.

Crashes are a fact of life

Rather than trying to time the market, which is incredibly hard to do and often counterproductive, it can be helpful to remember that the attractive long-term returns to the stock market include many market crashes. Depending on your measurement criteria, time-period and exactly what index you look at well-diversified portfolio have averaged returns of around 6%-10% a year over time.

***

11 Ways to Prepare for the Next Market Crash

Spoiler

Diversify your portfolio

This may seem like the most obvious, overused advice. But the reality is, it can pay off big-time if you’re heavily exposed to certain industries or sectors. One only has to look at the last two market crashes for proof. During the Dot-Com crash from March 2000 to October 2002, the S&P 500 fell 44%, wiping out trillions of dollars of wealth. But people with heavy tech exposure truly took a beating; over the same period, the Nasdaq Composite fell a terrifying 77.9%.

Sell a portion of your biggest winners

It’s generally not a good idea to sell a stock just because it’s gone up. To the contrary, that’s why you bought it, and often it’s our biggest winners that continue to win. But if a single stock becomes a significant portion of your portfolio, it may be time to trim that position back and reduce the risk of something unexpected affecting only that company taking an outsize bite out of your portfolio. Furthermore, the proceeds from trimming your biggest positions can help you prepare for the next market crash in other ways.

A way to “insure” your biggest investments

Another powerful tool to protect your portfolio from a market crash is options. Specifically, buying “puts” to reduce your downside risk. The short explanation is this: By buying a put contract, you own the right to sell your shares (in 100-share blocks typically) at a certain price in the future, thereby insuring a minimum value for your shares during the length of that option contract. 

For instance, let’s say you own 100 shares of ABC Company, trading for $50 per share today, and you wanted to protect your $5,000 investment for the next six months. You could buy a put contract with a $50 “strike” price, and if the stock price fell during that six months, you could execute the option and sell your 100 shares for $50 each, even if the stock fell to $40 or $30 or even $0.

The downside is if the stock doesn’t fall, you’re still out the premium you pay to buy the option, which can be substantial depending on the length of the option and the volatility of the stock.

Build up a “war chest” to invest when the market crashes

You’ll never be able to guess when the market is peaking, but knowing when it’s down 25% or more is another story. And having some cash on the side to invest during a market crash is a powerful way to boost your returns

In general, it’s a good idea to keep this cash position relatively small, usually no more than 10% of your invested portfolio size. This is because, while it might seem smart to have more cash “on the sidelines” to deploy when the market does crash, it means you have less money invested and growing when the market’s going up. 

Having too much cash uninvested could do more harm to your long-term wealth creation than good, but keeping a small portion out of stocks and ready to deploy during the next crash is a great way to profit when that crash does happen. 

Turn off the DRIPs

This doesn’t have anything to do with leaky pipes (though home maintenance like that can cut your water bill). And it’s actually a big counter to popular investing wisdom, which generally suggests that it’s best to take advantage of the compounding power of automatic dividend reinvestments, or DRIPs. 

So why would you want to NOT DRIP? In short, because it’s another way to steadily build up your cash position to take advantage of the next market crash. This is particularly handy if you have, say, a rollover IRA or Roth that you’re not making new contributions to. It may not be much, depending on your portfolio makeup (the S&P 500 yields about 1.8% at recent prices), but this can be a nice way to build up some cash to deploy in the next market crash.

Having extra cash to deploy during a crash is handy, but owning assets that act differently than stocks can also pay off. Let’s take a look at some to consider.

Make gold a small part of your portfolio

Admittedly, I’m not much of a gold fan. Historically, it has almost always underperformed stocks, and I expect that to generally always be the case over the long-term. But holding assets that act differently than stocks can serve a valuable role (so long as it’s not too big a portion of your portfolio) to reduce market-crash risk. 
 

Make bonds part of your long-term portfolio, too

Just like with cash and gold, bonds (or bond funds) typically don’t behave exactly like stocks. This isn’t good over the long-term, since stocks have historically outperformed bonds along with gold and cash over the long-term. But over the short-term, bonds can be a solid way to reduce your exposure to the huge losses of a stock market crash that can be very painful in the short-term. 

This is particularly true if you’re inching closer to retirement (or you’re already retired).  If this is your situation, bonds can be a great way to protect assets you’ll be counting on for income in the short-term, while also generating better returns than cash and being far more predictable than gold. 

In general, the farther you are from retirement, the less bonds you should own. But as you move closer to counting on your nest egg to pay the bills, you should gradually make bonds a bigger portion of the mix to help protect your portfolio from a market crash when you can least-afford it: When you’re taking money out of your portfolio to live on.

Invest in real estate

Like gold, bonds, and cash, real estate offers another asset class that can behave differently than stocks. It can also offer a solid source of higher income than bond yields or interest on cash, and is probably much easier to invest in than you may think: publicly-traded REITs

In short, REITs -- or real estate investment trusts -- are a class of investments, many of which trade as common stocks, that make it simple to diversity into real estate. By investing in shares of a REIT, or an index fund based on REITs, such as the Vanguard Real Estate ETF (NYSEMKT:VNQ), you can add real estate to your portfolio without having to own and manage property directly.

Investing in uncorrelated assets and building up a cash position for timely investing are great steps to prepare for the next market crash. But there’s another critical move you should also take to make sure you’re ready for the unexpected.

Build up an emergency fund

Getting ready for the next market crash shouldn’t just be about getting your portfolio ready. If a market crash results in -- or is caused by -- something that affects your industry, don’t get caught unprepared to stay on your feet. Getting blindsided with an unexpected layoff could mean far-bigger worries for you than how your retirement savings is allocated. 

With this in mind, one of the most important steps you should take to prepare for the next market crash is to establish ample emergency savings, completely outside of your retirement funds or other investments. The goal is to gradually build up this emergency fund over time to the point that you have enough savings to cover as long as one year’s living expenses. If you’re not there yet, set small goals, such as one month, then three, then six, then one year, and build up your emergency savings over time. 

Think about it this way: Do you really want to have to cash out your investments -- when they just fell 30% or more -- to pay bills? Having an emergency fund can keep you from having to sell during a crash -- when you should be buying -- just to pay your bills

You may be caught off guard by the next crash, but you can still be prepared

The market is invariably going to crash again. Technically, we’re already “overdue,” based on the typical period of time between one crash and the next. But that doesn’t guarantee it will happen this year, or within the next two or three or even five years. 

But if you follow the steps above, you can set up your portfolio to minimize the risk of permanent losses, and build up a war chest to opportunistically buy when stocks crash. Maybe more importantly, building up an emergency fund can help ensure you don’t have to rely on selling your investments during a crash, giving your portfolio time to recover and giving you time to get back on your feet.

 

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Deutsche Bank

Batata Kid 03/06/2018 at 13:08 

A coisa está ficando cada vez pior para o Deutsche Bank. Ja estou pensando em tirar minha grana de la e estocar em casa já que os juros são zero na Alemanha. O pior é que ele é gigante demais para ser salvo. $46 trilhões de derivativo. Bizarro! 

E se cair, vai ser um caso inacreditável no sistema financeiro mundial. Lehman Brothers vai ser uma formiga perto do Deutsche Bank. 

 

From_The_Tower 03/06/2018 at 13:11 

Complicado. 
Ai é efeito cascata… duas semanas de muitas quedas no mundo todo… aí os barões se reúnem e decidem que para o bem do mundo vai ser preciso de mais um QE´s e um programa de garantias e recuperações…. aí lentamente as bolsas do mundo todo vão se recuperando os juros futuros baixando… 

 

Batata Kid 03/06/2018 at 13:35 

O próximo QE pode ser fatal para o Dollar. 

 

Pé Vermelho 03/06/2018 at 13:36 

Desculpem a ignorância… 
o que é QE? 
Emissão de titulos? quem paga? 

 

Batata Kid 03/06/2018 at 13:42 

Exato. Quantitative Easing. Impressão de dinheiro. Desde a crise de 2008 já fizeram 3 vezes o QE. Cirão da Massa pira na impressora. 

ReplyLink 

 

civilizado 03/06/2018 at 13:11 

não é má ideia guardar um percentual da tua grana em casa!!!….digamos que seria…mui prudencia de tua parte!!! ainda mais morando num paios estrangeiro… 

 

civilizado 03/06/2018 at 13:12 

e se poderes comprar ouro físico..tb é mui bom!!! 

 

From_The_Tower 03/06/2018 at 13:14 

Nesses dias os mais experientes só vão na jugular … com os instrumentos de risco embaixo do braço…. fazem travas nos títulos e travas nos derivativos. 

 

From_The_Tower 03/06/2018 at 13:19 

o TD na BNN nem preciso dizer, né? 
Alto e avante. 
A ordem financeira mundial agora é assim: 
Relaxamento monetário; endividamento ; estímulo e recuperação x 
crise nas finanças ; correção dos ativos ; estouro das bolhas . 

Aí basta recomeçar. 

 

civilizado 03/06/2018 at 13:34 

estamos no limbo….momentaneamente….quem não tiver mui experiencia….ficar do lado de fora olhando os movimentos e aprender com isso….é prudência !!!…pois estamos falando da mercadoria mais cara e difícil de se conseguir neste ramo..o sr dinheiro!! 

 

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How The Fed Destroyed The Functioning American Democracy And Bankrupted The Nation

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Discussão referente a ""How the Federal Reserve Destroyed the Functioning American Democracy and Bankrupt the Nation" 

Obrigado aos envolvidos. 😁

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 20:10 

neco 
Então, meu ingles é muito fraco, alguem podia resumir isso, pois me pareceu muito estranho. Do tipo, isso não é um bom sinal. 

…. meu resumo do artigo, depois meus pitacos!!! 

1) apesar de crescimento explosivo da dívida, pra $21trilhoes (inclusive com compra de ativos de empresas quebradas no valor de $4,5trilhoes), o valor pago em juros vem sendo cada vez menor, em percentual, graças às taxas de juros perto de zero definidas pelo FED!!! Vejam abaixo: 

In 1971, the US paid $36 billion in interest on $400 billion in federal debt…a 9% APR. 
In 1981, the US paid $142 billion on just under $1 trillion in debt…a 14% APR. 
In 1997, the US paid $368 billion on $5.4 trillion in debt or 7% APR…and despite debt nearly doubling by 2007, annual interest payments in ’07 were $30 billion less than a decade earlier. 
By 2017, the US will pay out about $500 billion on nearly $21 trillion in debt…just a 2% APR. 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 20:14 

2) Esse processo resultou numa explosão = Bolha, nos preços das ações e dos imóveis, dentre outros ativos…. isso gerou um câncer que agora tá na fase terminal = metastase!!! 

The intervention of the Federal Reserve into that equation, controlling interest rates, outright purchasing assets, and plainly goosing asset prices has introduced a cancer into the nation which has now metastasized. 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 20:20 

3) o % de população empregada na faixa mais produtiva, de 25-54anos (olha o bullying com os velhuscas my dears) cresceu de 60% em 81% no período 1981 a 2008, caiu com a crise e já vai ultrapassar esse nível dinovo!!! 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 20:22 

4) com a redução da população xooovem e menos imigração, a população de velhuscas vai aumentar e muito, em especial nos mais velhuscas… acima de +75anos e isso até 2030!!! 

 

Neco 18/11/2017 at 20:25 

Certo, …e onde esta o pulo do gato? 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 20:27 

calma xoooven…. 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 20:27 

5) numa análise supimpa desde 1790 demonstra-se que a dívida só cresceu nas guerras, mas logo foi reduzida (em %) x PIB…. mesmo na 2aguerra assim ocorreu, ma s agora com o fim da crise de 2008 já a partir de 2011 o mesmo deveria ocorrer mas NÃO… adivida segue crescente e já vai pra 100% PIB !!! 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 20:30 

6) esse parágrafo é auto explicativo ne…. dívida virou… impagável !!! Palavras do FED em jul/2011 

July of 2011 was the great debt ceiling debate when America determined once and for all, that the federal debt was not actually debt. America had no intention to ever repay it. It was simply monetization and since the Federal Reserve was maintaining ZIRP, and all oil importers were forced to buy their oil using US dollars thanks to the Petrodollar agreement…what could go wrong? 

… mas quem vai financiar a brincadeira??? 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 20:36 

7) os “gringos” inclusive Bananistao que vinham até 2014 aplicando cada vez mais divida USA, com o fim do QE naquele ano…. pararam de aplicar!!! Pelo contrário … resgataram $51bilhoes!!! 

E quem passou a financiar o desgobierno do Tio Sam?!?! O público interno, os americanos que aplicam em casas cada vez mais caras e em ações cada vez mais bolhudos!!! 

Tas entendendo bolhardario?!?! A população economicamente ativa reduzindo, gerando menos riqueza…. mas a população total cada vez mais investindo na dívida interna !!! 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 20:38 

Tai o que vc queria bolhardario!!! 

However, since the end of QE, and that 2/3rds of demand gone…rates continue near generational lows??? Who is buying Treasury debt? According to the US Treasury, since QE ended, it is record domestic demand that is maintaining the Treasury bid. The same domestic public buying stocks at record highs and buying housing at record highs. 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 20:42 

Em resumo…. 77% das novas “compras de dívida” = empréstimos a partir de 2014 são feitas pelo público americano !!! 

And the massive rise in Treasury holdings by domestic “Other Investors” who are not domestic insurance companies, not local or state governments, not depository institutions, not pensions, not mutual funds, nor US Saving bonds. 

… será que vai ?!?! Huuum 

 

Neco 18/11/2017 at 20:44 

Isso é um tipo de bomba relógio. Simples assim. 

 

Hidden (aquele)18/11/2017 at 20:49 

Alguns pitacos…. 

Realmente bomba relógio, mas o desgobierno TioSam tem o seu $4,5 tri que deu pra empresas quebradas!!! Quanto pode ser recuperado e quando ?!? Isso reduziriam a dívida pra $16,5 tri !!! 

Aumentos da produtividade, mesmo com menos gente na faixa 25-54anos!!! 

E… aumento paulatino dos juros mas que não impacte no emprego e renda!!! Isso desenfiaria a Bolha, SQN!!! 

 

Hidden (aquele)18/11/2017 at 20:52 

Ahhh…. viu que citaram ali “armadilha forcada” da negociação das compras do petróleo em dólar?!?! Isso SIM pode fuder tutto, pois com o fim do padrão ouro é o que sustenta o modelo atual da economia mundial… árabes, chinas, russos TODOS querem acabar com isso mas sem o TioSam o que será do capitalismo ?!?! Huuum aver 

Segue o jogo!!! 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 21:00 

Hidden (aquele) 
Ahhh…. viu que citaram ali “armadilha forcada” da negociação das compras do petróleo em dólar?!?! Isso SIM pode fuder tutto, pois com o fim do padrão ouro é o que sustenta o modelo atual da economia mundial… árabes, chinas, russos TODOS querem acabar com isso mas sem o TioSam o que será do capitalismo ?!?! Huuum aver 
Segue o jogo!!! 

análise supimpa ne hiddenzinho, até o velhote da contadoria faria…. mas, como se defender da bhosta que tá vindo?!?!?! Huuum…. 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 21:01 

Além do OURO o que salvará nosso suado $$$ ???? 

 

Neco 18/11/2017 at 21:09 

Nesse caso, só se salva quem tem terras, ou imóveis comprados bem antes da bolha. Além do ouro, prata e coisas assim. Hoje o tempo de comprar terras passou, imóveis nem se fala, então é muito difícil. 

 

bolha buritis 18/11/2017 at 21:11 

Carro antigo 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 21:14 

Bitchcoins?!?! 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 21:30 

Ahhh, só faltou o reloginho com adivida wasp do TioSam e muito Mais!!! 

Vai vendo == http://www.usdebtclock.org

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 21:34 

Ahhh, sou o cara!!! Obama, Barack 

O débito explodiu com a crise financeira e vem aumentando ano após ano. Durante a presidência de Barack Obama, o valor quase dobrou, passando de US$ 10,6 trilhões para US$ 19,9 trilhões. 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 21:38 

Ahhh, mas USA sempre fez dívida e cresceu.. leia isso então!! 

Mas o que os EUA compraram com a maior parte de sua dívida nas últimas duas décadas é um Estado assistencialista maior e mais expansivo. Quase metade dos lares americanos, de acordo com a agência de recenseamento dos EUA, recebe ajuda financeira do governo ou um benefício direto do governo hoje. Mais de um terço dos lares americanos recebe algum tipo de benefício governamental sem trabalhar. 
Obama chamou essas políticas, que envolvem gastar e tomar emprestado, de “estímulo.” Será mesmo? 

http://www.cacp.org.br/a-bomba-relogio-da-divida-dos-estados-unidos/

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 21:41 

Faz lembrar algo pra vcs bolhardarios?!?! Huum…. 

 

Neco 18/11/2017 at 21:42 

Ontem eu falei de um amigo que tem 2 filhos com cidadania americana. Cada um recebe uns mil dólares por mes. Moram aqui no Brasil, parece que vão receber até os 18 anos. 

 

Hidden (aquele) 18/11/2017 at 21:48 

Do desgobierno? Bolsa what ?? 

 

bolha buritis 18/11/2017 at 21:50 

Bolsa American Family 

 

Neco 18/11/2017 at 21:54 

Eu não sei bem como é, mas a mulher é parente da minha esposa e o casamento esta em crise, com chance de separação, dai falei pra ela que tinha que pensar nas crianças, que ela não conseguiria manter o mesmo padrão de vida secaso se separase. Dai ela explicou que tpdo mes as crianças recebiam uma bolsa do governo dos EUA, que na época, juntando das duas passava de 5 k real, e que com isso ela e as crianças não passariam dificuldade nenhuma, daria até pra manter as crianças no colégio particular. 

Relógio da divida do USA (Spooky)

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https://pt.tradingeconomics.com/united-states/government-debt-to-gdp

https://pt.tradingeconomics.com/brazil/government-debt-to-gdp

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Senhor Bolha 8 de maio de 2018 at 21:12 

Em fevereiro, apresentamos uma ampla revisão dos três cenários 
– base, otimista e pessimista 
– em razão da incorporação dos resultados realizados e influenciados pelos pagamentos feitos pelo BNDES, 
mudanças nas projeções para o PIB, taxa de juros e o próprio resultado primário. Desta vez, como o efeito das mudanças nas principais variáveis que condicionam as simulações da DBGG foi modesto, as expectativas para a dívida pública no curto e longo prazo não sofreram alterações 
.Em 2018, no cenário base, continuamos projetando uma relação dívida sobre o PIB em 75,8% sob hipótese de devolução pelo BNDES ao Tesouro Nacional de mais R$ 130 bilhões (ou 1,9% do PIB). Essa variável merece destaque uma vez que na ausência desses fluxos financeiros para a Conta Única, com todos os demais fatores mantidos constantes, a dívida bruta como proporção do PIB poderia encerrar o ano em 77,7% do PIB. 
Para 2019, projetamos um endividamento de 78,7% do PIB, sob a hipótese de que ocorrerá devolução em 2018. Vale lembrar que um nível mais alto de endividamento, em 2018, implicaria piora em toda a série de projeções a médio e longo prazo.No médio e no longo prazo, os três cenários para a dívida pública simulados pela IFI permanecem como apresentados em fevereiro 21. Entendemos que a situação mais provável está descrita no cenário base, onde a dívida alcançará 86,6% do PIB, em 2023, e depois passará a declinar, lentamente, até 2030, último ano para o qual a IFI faz suas estimativas.

No cenário otimista, a dívida bruta alcançaria 77,1% em 2020, passando a cair a partir daquele ano, e de maneira mais acelerada. Já no pessimista, que classificamos como o segundo cenário mais provável, o endividamento bruto entraria em trajetória de crescimento ininterrupto, configurando um quadro de ameaça à solvência do setor público.

 

Senhor Bolha 8 de maio de 2018 at 21:16 

2023 já vai explodir o Brasil : No cenário pessimista em 2030 já entra com insolvência estilo argentina. 

 

Senhor Bolha 15 de maio de 2018 at 18:44 

A conta que os gringos fazem é outra. O dinheiro só foi para praças emergentes por causa dos juros negativos nas praças desenvolvidas em uma situação normalizada o cambio estaria totalmente na lua dado que os déficits dos países latinos bate recorde ano após ano. 

Especuladores sabem disso , mas não tem opção uma vez que banco central manipula taxa de juros por meio de compras de títulos via Q3 e absorção de títulos podres dos bancos no sub-prime . 

Logo a conta sempre chega, é uma questão elemental de matemática , se foste só imprimir e aumentar imposto ad eternum estaríamos no paraíso. 

Estamos na fase aonde realidade não pode ser mais negadas e os artifícios contábeis de zerar taxas de juros não tem mais efetividade , uma vez que o custo do dinheiro é 0 qualquer ativo sobe independente de seus fundamentos. 

As commodities pegam carona uma vez que economia super aquece por excesso de estímulos dos banco centrais: Se trata de uma falsa demanda alimentada pelo especulação e credito de baixo score. 

As disparadas do cambio estão mais associadas desconfiança sobre solvência das contas públicas dos países emergentes e captura de liquidez global. 

Logo o dólar sempre vai ser fortalecer quando tesouro americano aumenta juros , foi assim nas ultimas crises e não vai ser diferente agora. 

A diferença para as bolhas anteriores é que inflaram a maior bolha da história para cobrir outras bolhas nos anos 90 e 2000 , sendo que esta depressão pode vir a durar décadas. E para piorar com massivo empobrecimento e aumento de imposto gradativo, porém esta estratégia gradualista socialista de aumenta impostos não surti mais efeito uma vez que a curva de arrecadação já ultrapassou o nível aceitável. Então os países estão rumando a Venezuela e regime autoritários uma vez que atentam contra lógica da economia a conta sempre chega. 

Este episódio já vimos antes, se trata de uma novela repetida. 

 

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http://www.ifre.com/a-history-of-the-past-40-years-in-financial-crises/21102949.fullarticle

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Hidden (aquele) 12/05/2017 at 00:54 
Sobre as crises, aqui comentadas, em especial a tão “esperada” explosão da economia global deixo um link pra uma breve descrição delas desde 1980 e os impactos nos investimentos =http://www.ifre.com/a-history-of-the-past-40-years-in-financial-crises/21102949.fullarticle 

Hidden (aquele) 12/05/2017 at 00:57 
O ouro, que no fim do padrao-Nixon em 1973 valia 35dolares a onça, já em 1975 valia 100dolares e em 1980 valia 800 doletas !!! Veja esse link com análise detalhe ouro X bolsa X petróleo =https://resistir.info/argentina/beinstein_ouro.html 

Hidden (aquele) 12/05/2017 at 01:05 
Daí em diante, o ouro já custou 1900dolares por onca na crise de 2008, mas também passou por quase 20anos de leseira e andando de lado e quem fez muito hedge perdeu grana =https://economia.uol.com.br/financas-pessoais/noticias/redacao/2013/02/26/preco-do-ouro-disparou-nos-ultimos-dez-anos.htm 
Em meados de 2015 tava nos 1000doletas por onça e quem não vendeu perdeu muuuuito dinheiro!!! Hoje tá em 1200 “apenas” !!! 
Serve como seguro, ai vale pensar quanto investir, colocar metas fortes de entrada e saída e …. ter coragem pra comprar e mais Ainda pra vender!! Abs 
 

Seu Juquinha 11/05/2017 at 22:51 

Galera, venho pensando muito em um assunto que muitos podem considerar incômodo, mas este é um cenário que deve ser analisado. 

O que fazer em caso de um financial meltdown, no caso de um MASTER RESET global? 

Toda vez que eu entro naquele site Zero Hedge eu sinto uma pontada do lado esquerdo do intestino. 

Hoje li no Mises um comentarista fazendo uma analogia do Mundo de hoje (especialmente USA e EU) com o Brasil dos anos 70 e 80 – expansão monetária fodida via BCs pra bancar déficit público (etapa atual, já saturando), seguida por um derretimento e esfacelamento da moeda (o porvir inescapável). 

Penso que em um cenário assim a moeda brasequense vai ser varrida do mapa. 

O que fazer em um caso desses? O que usar como reserva de valor e, se possível, ainda tirar um trocado em cima? 

 

Final Countdown 11/05/2017 at 22:53 
rapaz, sinto o mesmo 
aquele site é o arauto do apocalipse 
daí , toda vez que leio e pergunto, será que é mesmo? Mas aí me lembro de AL há 6 anos atras num blog mequetrefe….. 
leio e me borro de medo, pois o $ está nos bancos. 
Um master reset é anunciado por esse site pelo menos 3x/dia 

Seu Juquinha 11/05/2017 at 23:04 
Vou transcrever o comentário do cara, em um artigo sobre ouro: 
Augustine 02/05/2013 21:30 
Algumas pessoas foram incapazes de prever a crise financeira mundial, acreditam que bancos centrais a podem remediar (se apenas o Brasil soubesse disso nos anos 70 e 80!) e que os próximos 20 anos serão como os 20 anos passados. 
Como um diletante que estuda economia segundo a escola Austríaca, diria que algumas pessoas estão desinformadas. O que está acontecendo com a economia mundial hoje é o mesmo que aconteceu com a economia brasileira nos anos 70: a explosão do déficit público e seu financiamento direta (como no caso do Brasil então e do Fed hoje) ou indiretamente (como no caso do BCE hoje) só teve uma conclusão desagradável em mais de 800 anos que tais eventos foram registrados (v. amzn.com/0691152640 ). 
Como alguém que cresceu nesses malfadados anos e que viu familiares, parentes e amigos da família perderem toda sua poupança digo que guardar $$$ em papel moeda é loucura, seja qual for. As únicas pessoas que me lembro terem preservado sua suada poupança logo no início a converteram em moeda forte (que hoje é apenas o Au) ou em propriedades. 
Pois se as economias desenvolvidas estão condenadas ao subdesenvolvimento na próxima década, uma economia subdesenvolvida como a brasileira não sairá ilesa e os apedeutas em Brasília vão repetir – e já estão repetindo – os mesmos erros de outrora, destruindo a moeda. Portanto, penso que 20% em Au é uma fração modesta de seu portfólio e que 50% seria mais seguro. 
Ignore as variações da cotação do Au em curto prazo; ela apenas reflete a demanda por Au. Mas por mais de 10000 anos uma onça troy de Au ainda compra a mesma quantidade de pão, pouco importando a quantas unidades pedaços de papel colorido ela corresponde. Esta é minha opinião, quem, como Mark Twain, está mais preocupado com o retorno DE meu capital do que com o retorno SOBRE meu capital. 

Barnabezinho 11/05/2017 at 23:27 
Juquinha, no velho BIB o pessoal debatia muito isso. tu iria adorar todas as conevrsas do AL, a Semnick e o Shake, estes dois eram experts no assunto sobrevivencialismo. 

Leomg 11/05/2017 at 23:21 
Os Rothschild falavam de um terço em ouro, um terço em jóias e quadros, e outro terço em terras. 

 

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Aurum

Fed Balance Sheet vs Gold Price

S&P 500 to Gold Ratio

***

This Is What I Learned from Nassim Taleb

Spoiler

[...]

So, what are examples of such “safe assets”? In what does Taleb invest this safe 90% himself?

Partly in real estate.

An even bigger part in the US government debt (US Treasuries).

And partly in gold.

As I had the opportunity to directly question Taleb on gold, he told me truly despises gold. He hates gold. He couldn’t care less about the gold market. Yet Taleb does invest a large share of his “safe assets” in physical gold. Gold is the robust investment par excellence. In case the global economy is on the verge of collapse, gold will keep afloat and survive. Or things might go great, but even then an investment in gold will not result in enormous, unrecoverable losses and ruin. Or as some gold investors rightly remark: for a more or less regular gold coin you could buy hundreds of liters of wine centuries ago and for the value of a similar coin in present times that probably still holds true. Taleb calls this the Lindy effect: gold has been a store of value for, according to some accounts, 4,000 years. We can reasonably expect gold, therefore, to continue to be a store of value for the next 4,000 years.

[...]

***

Stock Peaks And Gold

Spoiler

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[...]

The 38-month chart below shows gold generally performs well after each rate hike. The same setup is happening again after the Fed hiked on September 26. As long as the dollar remains at the current level, gold is attractive because the price is so low now.

As an alternate to the Fiat monetary system, the suspicion is that gold has been the object of suppression by the major central banks through the operations of the bullion banks. Despite all the rhetoric, many central banks hold gold as a large percentage of their reserves. Amid the hypocrisies lie certain truth that gold is truly valuable as an indispensable part of global monetary system. Many developing countries are accelerating their gold accumulation and reserve percentage, which is a direct indication about their waning confidence in the Fiat system.

Gold market is global, dollar gold (UUP * GLD or $gold) in brown color means just that. In the 38-month chart below, compared to gold (GLD), $gold which represents the global value for gold is a lot more stable. There appears to be a firm support at the current low level that offers a relatively safe entry point.

The Importance Of Owning 5-10% Of Your Portfolio In Gold

Spoiler

Summary

  • Evidence suggests gold should be part of every portfolio at around 5-10% of total asset allocation.
  • Such a constructed portfolio outperformed the market by 0.55% every year on average in the last 30 years, according to a recent Bloomberg article.
  • Returns are enhanced by offering added protection in case of a stock market crash or general (geo)political upheaval.

A recent article published by Bloomberg seem to give credit to the oft-repeated notion that gold (GLD) (PHYS) is an essential part of everybody's portfolio. Specifically it seems that gold helps a portfolio to outperform in the long run by helping to stabilise losses during tail-risk events that negatively impact assets values.

There are many reasons to allocate a portion of a portfolio in gold, including the constant fiat currency debasement by all governments around the world. In this article we will concentrate on gold’s utility as a protection against market crashes or adverse geopolitical crises.

In August 2017, Ray Dalio of Bridgewater Associates LP, the biggest hedge fund in the world, recommended investors hold 5 to 10% of their portfolios in gold to hedge against political risks. According to Dalio (interview and transcript here):

  • Gold serves a purpose. It is first of all, a diversifier against other assets. You know, we have this risk on, risk off thing. We also have a monetary system. The Bretton Woods monetary system began after World War II, and it had the dollar as the world's reserve currency. There's a risk there. There's a lot of dollar denominated debt and so on. If somebody felt they didn't want to hold that, and so you could have exposures to that.
  • So it's a diversifying asset that is sensible, and that's the main reason to have gold in the portfolio, 5 to 10%.

Counter-intuitively, gold’s relationship with inflation over the period has been sharply negative, suggesting that the metal actually dropped when inflation increased. By using this regression, it appears that gold's reputation as an inflation hedge is somewhat exaggerated. 

According to the results of the regression, the gold price is also highly correlated to Central Bank purchases (or sales) of gold in the open market. 

In order to dig deeper and assess gold's importance in providing stability in a portfolio, Crise identified 10 notable episodes of risk aversion over the past three decades and, in order to include the 1987 stock market crash and the Iraq-Kuwait war, extended the observation period to 30 years. The duration of each crisis episode was defined using the peak-to-valley move in the S&P 500 index around each event.

Below you can see the performance of US stocks, Treasuries, and gold during these episodes. Gold performed, as expected, as a risk-aversion hedge.

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As the definition used the market peak-to-valley move in the S&P 500 as an indicator of a crisis, the equity market performance was obviously poor during these crises, with an average loss of 19.6% per episode and negative in each instance. Treasuries returned an average of 3.4% and performed positively on seven occasions. Gold, meanwhile, rose by 6.9% on average per episode, with gains in 8 of the 10 periods.

Next, and this is the most important takeaway of this article, we want to know if a portfolio with 10% gold would outperform a typical balanced portfolio. What we want to know is if and how including gold in a portfolio over long periods of time could change the risk and returns of a portfolio.

In order to do this, Crise constructed two sample portfolios: a 60/40 asset mix calculated using the S&P 500 total return index and the Bloomberg Barclays US Treasury Total Return Index and another portfolio with an asset mix of 55/35/10. This second portfolio reduced the stock and bond weightings by 5% apiece and integrated 10% of gold.

In the chart below you can appreciate how the 55/35/10 portfolio outperforms the 60/40 portfolio by about 55 basis points per year even if this comes with a slightly higher volatility, as risk-adjusted returns were virtually identical for both portfolios.

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The superior performance of a portfolio including gold brings us to conclude that the notion of gold as a hedge against serious risk aversion episodes is true. The statistics appear to show a relationship between volatility episodes and gold gains. Indeed, the anecdotal historical evidence supports the hypothesis that gold offers solid protection from asset market dislocations in recent times.

"Money Is Gold... And Nothing Else"  Cenário extremo, alarmista, premissas questionáveis, (exagerado, espero)

Spoiler

Morgan’s observation that “Money is gold, and nothing else,” was right in two respects. The first and most obvious is that gold is a form of money. The second and more subtle point, revealed in the phrase, “and nothing else,” was that other instruments purporting to be money were really forms of credit unless they were redeemable into physical gold.

Excessive Federal Reserve money printing from 2008–2015 combined with projected U.S. government deficits over $1 trillion per year for the foreseeable future, and a U.S. debt-to-deficit ratio of 105% rising to over 110% in a few years, leave the U.S. dollar extremely vulnerable to a collapse of confidence on the part of foreign investors and U.S. citizens alike.

That collapse of confidence will not happen in a vacuum. It will coincide with a more general loss of confidence in all major central banks and reserve currencies. This loss of confidence will be exacerbated by malicious efforts on the part of Russia, China, Turkey, Iran and others to abandon dollars entirely and to bypass the U.S. dollar payments system.

Here’s the math on how to compute a non-deflationary price of gold using the latest available data:

  • The U.S., China, Japan and the Eurozone (countries using the euro), have a combined M1 money supply of $24 trillion. Those same countries have approximately 33,000 tons of official gold.
  • Historically, a successful gold standard requires 40% gold backing to maintain confidence. That was the experience of the United States from 1913 to 1965 when the 40% backing was removed.
  • Taking 40% of $24 trillion means that $9.6 trillion of gold is required.
  • Taking the available 33,000 tons of gold and dividing that into $9.6 trillion gives an implied gold price of just over $9,000 per ounce. Considering that global M1 money supply continues to grow faster than the quantity of official gold, this implied price will rise over time, so $10,000 per ounce seems like a reasonable estimate.

I believe this kind of monetary reset is just a matter of time. It could happen through a planned process such as a new Bretton Woods, or a chaotic process in response to lost confidence, heightened money velocity, and runaway inflation.

[...]

The portfolio recommendation is to put 10% of investable assets into physical gold as a diversifying asset allocation and as portfolio insurance. The following example demonstrates that insurance aspect.

For purposes of simplification, we’ll assume the overall portfolio contains 10% gold, 30% cash, and 60% equities. Obviously those percentages can vary and the equity portion can include private equity and other alternative investments.

Here’s how the 10% allocation to gold works to preserve wealth:

  • If gold declines 20%, unlikely in my view, the impact on your overall portfolio is a 2% decline (20% x 10%). That’s not highly damaging and will be made up as equity assets outperform.
  • Conversely, it gold goes to $10,000 per ounce, that’s a 650% gain from current levels, highly likely in my view. That price spike gives you a 65% gain on your overall portfolio (650% x 10%).
  • There is a conditional correlation between a state where gold goes up 650% and where stocks, bonds and other assets are declining. For this purpose, we’ll assume a scenario similar to the worst of the Great Depression from 1929 – 1932 where stocks fell 85%.
  • An 85% decline in stocks making up 60% of your portfolio produces an overall portfolio loss of just over 50%.
  • In this scenario, the gains on the gold (650% separately and 65% on your total portfolio) will more than preserve your wealth against an 85% decline in stocks comprising 60% of your portfolio (85% separately and 50% on your total portfolio). The 30% cash allocation holds constant.
  • So, if 60% of your portfolio drops 85% (about equal to the stock market drop in the Great Depression), and 10% of your portfolio goes up 650% (gold’s performance in a monetary reset) you lose 50% of your portfolio of stocks, but you make 65% on your portfolio on gold.

Your total wealth is preserved and even increased slightly. Total portfolio performance in this scenario is a gain of 15%. That’s the insurance aspect at work.

 

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REITs

Tenho poucas informações sobre FII , imagino que investindo no Brasil eles venham a proteger da inflação local,  mas a questão da potencial  desvalorização da moeda ainda seria um problema.

@Pobre Paulista pode dar uma luz?

Salvei essa thread:

TukhMD 6 de agosto de 2018 at 14:56 

PP, quais FIs você acha que são dignos de uma avaliação? Estava pensando em começar a investir em renda (FIs e “vacas leiteiras”). 

 

RicardoSP 6 de agosto de 2018 at 15:12 

Não fui citado mas vou dar meus pitacos: 

– Nenhum de agências bancárias (não vão existir no futuro) 
– Quando muito, 1 de torres corporativas (também não tem muito futuro) – não sei dizer qual 
– 1 ou 2 de “papel” – VRTA11 e BCRI11 estão baratos 
– Um ou dois de shopping – também não sei indicar 
– Gosto de galpões logísticos – qualquer um deles 

 

300esparta 6 de agosto de 2018 at 15:27 

shopping parou de sangrar? 

Pelo que eu tinha visto ainda tem oferta aos montes de salas e vacância… 

Fora inadimplência de condomínios…. 

Não é bucha isso ai? 

 

RicardoSP 6 de agosto de 2018 at 15:29 

Estão mudando o perfil de compra para serviços. Se vai dar certo, não sei. Mas exames, que a gente fazia em hospital ou em um espaço comercial de rua, já fazemos no shopping. 

Talvez no futuro o nosso médico atenda em uma loja no shopping. 

 

Joker 6 de agosto de 2018 at 15:30 

Aqui onde eu moro (interior de SP), alguns laboratórios e hospitais têm colocado postos avançados em shoppings ou centros comerciais. 

 

Pobre Paulista 6 de agosto de 2018 at 17:35 

RicardoSP 
– 1 ou 2 de “papel” – VRTA11 e BCRI11 estão baratos 
– Um ou dois de shopping – também não sei indicar 
– Gosto de galpões logísticos – qualquer um deles 

De papel esses são bons mesmo, adiciono FEXC que tem um perfil mais “High Yield”, é legal ter um mix de “High Grade” com “High Yield” pra ter um bom risco x retorno da carteira 

De shopping, tenho HGBS mas comprei quando estava barato, não recomendo pra hoje. Eu daria uma olhada em MALL ou JRDS 

Logístico: TRLX tá meio com uns problemas, porém com bom potencial. HGLG é excelente mas está caro. Eu fico com GGRC atualmente. Os outros eu não conheço em detalhes. 

 

Pobre Paulista 6 de agosto de 2018 at 17:27 

Comece com GGRC, VRTA, HGJH, MXRF e FEXC. 

 

Lobo Bolhista 07/06/2018 at 17:48 

Que dia senhores!!!  

De manhça joguei anzol nuns fiis aqui que eu gosto sem qualquer pretensão e depois de algumas horas páh… ordem executada! 
Achando que tinha me dado bem, no final da tarde caiu mais ainda kkk 

Eu tô parecendo criança em loja de doce, não sei mais qual escolher!!! Tô adorando isso! 

 

Zé do ranho 07/06/2018 at 17:52 

To querendo diversificar mais um pouco e queria aprender um pouco sobre fiis… Tem dicas de por onde começar? 

 

windville 07/06/2018 at 17:59 

A pergunta não foi para mim, mas segue umas fontes para começar. Site de informações: http://fiis.com.br além da própria bovespa. Mas se quiser ler algo começa pela blog do Tetzner. Livro creio que tens 2 na amazon sobre o assunto que valem a pena. 

 

Lobo Bolhista 07/06/2018 at 18:03 

Não sou nenhum expert! 
Mas recomendo começar pelo site acima, pois você consegue filtrar os fundos, ex: 

– Nº Médio de Negócios Mês maior que 300 – Assim tira os que não têm liquidez 
– Rendimento Médio 12 meses % maior que 7 – Já elimina os fundos que não tem pelo menos 7% de retorno. 
– Ordenar Por Nº Negócios/Mês, decrescente – com mais Nº Médio de Negócios Mês, estes FIIs são os maiores com mais Patrimônio, e normalmente com mais diversificação 

Pega o código e veja as informações no blog do Tetzner. Dá para ver as fotos dos empreendimentos e comentários. 

Também recomendo o clubefii.com.br 

Dar prioridade: Duração dos Contratos de Aluguel, quanto maior for a percentagem de contratos de longa duração, maior será a sua segurança de continuar recebendo um rendimento parecido daqui para a frente. 

Preço / Valor Patrimonial: 
Este deve ser próximo do Valor Patrimonial não deverá ser muito acima máximo de 1,1 ou 1,2 ate poderá ser ligeiramente abaixo como 0,9 ou 0,85. 
Tenha cuidado com os FIIs que apresentam um Valor Patrimonial muito Baixo, pois poderá ter algum problema grave de Vacância, e assim não gerarem rendimento no final do mês, ou rendimento muito baixos, é preciso analisar muito bem esses casos. 

 

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Hidden (aquele) 14 de outubro de 2018 at 20:52

Entao meu caro…. teremos uma “bolha de tutto” pra estourar ?!? Se sim quando, afinal as dot.com e housing eram previstas, esperadas mas…. só vieram quando todos tinham desistido de fazer previsões!!! Hehehe

 Hidden (aquele) 14 de outubro de 2018 at 20:54

Por outro lado, o tamanho da “pica” de 2008 pra 2018 aumentou muito… hoje os States devem perto de 21tri de doletas !!! Por outro lado pagam muito, muito menos de juros que no passado graças às taxas baixas que os garçons dos Barcem mundo afora praticam!!! Daí pq o Trumpinator ter ficado phutao com a recente alta… mas cabe lembrar que hoje os Jurinhos Sagrados são baixo perto dos até 17% em 1978/1980!!!

 Hidden (aquele) 14 de outubro de 2018 at 20:57

Outras coisas a favor dos States e do Trump agora:
– crescimento constante com inflação baixa, Ainda
– ativos tóxicos e derivativos razoavelmente controlados
– aumento do poder de compra da classe média devido à volta das empresas antes exportadas
– estoque de ativos incorporados/estatizados em 2009/2010 que podem se retirar vendidos

Hidden (aquele) 14 de outubro de 2018 at 21:00

Contra ele:
– briga com China que detém %alto da dívida dos States (se bem que a China tem nos States o maior comprador de produtos)
– crescimento do preço dos imóveis, em especial na CÁ, sendo que 65% dos débitos são decorrentes de hipotecas
– gastos com infra e redução de impostos = mais deficit

Axio 14 de outubro de 2018 at 21:20

Verdade, mas negócio não é prever nem fazer timing é manter uma carteira de ativos diversificada afim de evitar a ruína. Se e quando estourar brotarão analistas dizendo que era previsível.

Hidden (aquele) 14 de outubro de 2018 at 21:03

A pergunta de UM BILHÃO:

da pra gerar superávit e começar a reduzir dívida em conjunto com Venda de ativos ?!!!

da pra seguir crescendo com inflação controlada, de modo a na lista estourar a conta de Jurinhos Sagrados?!!!

da pra aumentar a produção interna, gerar empregos pros redneck dos States sem quebrar a China e outros parceiros e tendo quem compre o seu títulos da dívida??!!!!

Hidden (aquele) 14 de outubro de 2018 at 21:05

Ainda a respeito do GEELE …. foram mais de uma pergunta? Então, deve se reunir pq não tem UMA resposta mágica!!! Hehehe

Segue o fluxo

Pobre Paulista 14 de outubro de 2018 at 21:10

1. Não vai ter GEELE. No máximo, uma desvalorização do dólar que irá nos favorecer.

2. Guedes está apostando na venda de estatais para fechar o caixa. Nós sabemos que isso não funciona, a não ser que os cortes de impostos, juntamente com demais medidas para abrir o mercado, tragam reais resultados para o crescimento econômico. Novamente, a tal GEELE pode nos ajudar aqui.

3. Enquanto isso tudo não acontece, não vejo opção fora de um aumento de juros.

Hidden (aquele) 14 de outubro de 2018 at 22:04

Difícil prever se vai ter ou não a “grande onda de bhosta” carimbada pelo PaiChicao!!! Hoje, os Barcem de forma orquestrada tentam desmontar essa montanha de dinheiro vadio jogada nas economias em 2008/9 sem gerar uma phuta recessão, ou uma phuta inflação ou os dois junto com as quebras mundo afora!!!

Diversificar sim…. mais se vier a GEELE pouco escapa!!! Se vc tiver grana com liquidez pode comprar uns ativos baratos … se tiver coragem!!! Mas se piora por mais tempo, viver de que? Vento?

trouxa bananense 14 de outubro de 2018 at 22:10

Nâo tem pra onde correr amigo.

O FMI fez um convescote com jornalistas informando que o maior receio deles é justamente a quebra de países pelas dívidas que fizeram pra financiar infraestrutura que serviria pra fazer negócios com a China, a chamada nova rota da seda.

 Hidden (aquele) 14 de outubro de 2018 at 22:12

Tem um link ? Abs

trouxa bananense 14 de outubro de 2018 at 22:14

Vídeo do Willian Waack comentandos sobre, dentro de uma gravação sobre os problemas que o Bolsonaro terá quando e se assumir o país

 Hidden (aquele) 14 de outubro de 2018 at 22:11

Difícil virar superávit logo ne…. mas se sinalizar uma mudança de rumo com qualquer reforma da previdência, consolidação dos impostos, revisão dos subsídios fiscais (hoje $360bi ano x $160bi de deficit), vender as 50/60 estatais e desmontar o aparato de cabides na Adm federal e colocar gente que trabalhe e não roube no resto …. já fez mais do que pode com essa CM88 maledeta!!!

Com isso mais abertura comercial ao exterior e alguma desburocratização a economia deslancha … isso se lá fora não desandar ne!!!

Hidden (aquele) 14 de outubro de 2018 at 22:50

trouxa bananense
Nao tem pra onde correr amigo.
O FMI fez um convescote com jorn…

Entao … algumas coisas além da diversificação que ajudam:

1. Tenha uma reserva de emergência disponível pra 6 meses de gastos
2. Tenha um pouco de ouro, qdo bhosta Fede o ouro brilha
3. Tenha um pouco títulos dívida, em especial indexado inflação digo
4. Esteja líquido, quando não der ligado ações daquilo que não se vive sem, energia, água, transportes, etc !!!

trouxa bananense 14 de outubro de 2018 at 22:56

Copiado e aprendido.

Hidden (aquele) 14 de outubro de 2018 at 23:07

que nada, aprendemos juntos…. faltou uma coisa !!! Opções que preciso aprender, ate sei como funciona mas não como operar!!! Vai vendo…

A way to “insure” your biggest investments
Another powerful tool to protect your portfolio from a market crash is options. Specifically, buying “puts” to reduce your downside risk. The short explanation is this: By buying a put contract, you own the right to sell your shares (in 100-share blocks typically) at a certain price in the future, thereby insuring a minimum value for your shares during the length of that option contract.

 trouxa bananense 14 de outubro de 2018 at 23:09

Eu ainda tô na fase de aprender a saber o que é ação, opção, mini índice e como se ganha dinheiro com nessa merda toda….

 Hidden (aquele) 14 de outubro de 2018 at 23:10

existe uma outra realidade que, dizem os expertOs, trará com certeza o GEELE!!! A redução da população em idade produtiva, não apenas nos States mas também mundo afora!!!

Vai vendo = https://econimica.blogspot.com/2017/06/why-next-recession-will-morph-into.html

Pobre Paulista 14 de outubro de 2018 at 23:12

Não esquece que as PUTS tem suas contrapartes… Que podem não necessariamente estarem líquidas… Pra quedas o negócio é operar vendido mesmo

Hidden (aquele) 14 de outubro de 2018 at 23:46

Copiado e aprendido…

Só que vender quanto, por quanto tempo, com que custo? Huum

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Investidor 15 de outubro de 2018 at 12:22

G.E.E.L.E

Aconselho assistirem.

Boa tarde.

Ed_Bolha 15 de outubro de 2018 at 12:36

pra mim nao da, muito longo…

Nao rola um “summary” ???

Axio 15 de outubro de 2018 at 14:36

Pode ser que de ruim no mercado americano/chinês, ai Brasil vai junto com quem estiver na cadeira de presidente.

Nilson 15 de outubro de 2018 at 14:50

pra mim GEELE seria um tsunami que acabaria com toda Europa e costas dos continentes. Nesse caso seria melhor ter terras no interior e armas nao?

Hidden (aquele) 15 de outubro de 2018 at 15:54

Se der merda pra valer, tamos todos no mesmo barco!!! o negócio é tentarmos ficar nos decks superiores e perto de umas Boias e barcos salva vidas!!! Rezar ajuda!!!

 Investidor 15 de outubro de 2018 at 14:48

Coloca no 2x q vai Rapidão.

Resumindo, GEELE botando a cabecinha na opinião dele e vai estourar na mão do Bolso. Até a Margareth Thatcher aqui no Brasil não conseguiria segurar o derretimento do mercado americano.

 Barnabezinho 15 de outubro de 2018 at 14:49

Pensa que de repente uma crise bruta destas é exatamente o que o país precisa neste momento.

Ed_Bolha 15 de outubro de 2018 at 15:45

Acho mais ou menos o que todos falaram acima e apesar de meio assustadora, essa ultima principalmente. Valew…

 Axio 15 de outubro de 2018 at 16:14

https://www.zerohedge.com/news/2018-10-15/lets-be-japan

Central-Bank-Balance-Sheets-101018.png?i

Total-System-Leverage-GDP-101118.png?ito

Total-System-Leverage-SP500-101118.png?i

 

 

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12 horas atrás, Axio disse:

Taleb Says World Is More Fragile Today Than in 2007

Bloomberg Markets | October 31st, 2018, 1:08 PM GMT-0300

https://www.bloomberg.com/news/videos/2018-10-31/taleb-says-world-is-more-fragile-today-than-in-2007-video

@Mineirausfall 2 de novembro de 2018 at 08:39

Estava bloqueado aqui. 😞

Mas encontrei esse. Dá medo esse treco.

 

 

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21 minutos atrás, Mineirausfall disse:

Vou pinçar alguns comentários:

Investidor 2 de novembro de 2018 at 20:48

Alguém pode fazer um resumão do que o Taleb disse? Meu ingreis é uma bosta.

Muito agradecido

 

@Mineirausfall 2 de novembro de 2018 at 21:56

Tem alguma coisa aqui.

https://tinyurl.com/y8ekcrse 

Basicamente, coisas que já são discutidas em brógues obscuros, como o Muquiranas.

Foca principalmente na dívida pública americana (atualmente, em 21.69 TUSD), combinada com o aumento dos juros. Também fala nas obrigações ocultas (“hidden liabilities”), tais como o pagamento da seguridade social.

Além disso, há as dívidas de famílias e empresas. Por exemplo, o FIES americano tem um estoque de dívida de 1.5 TUSD (33 KUSD por devedor).

Um novo 2008 a caminho.

 

Axio 2 de novembro de 2018 at 23:37

Porque o mundo de hoje está mais frágil que o de 2007.

A mesma doença de 2007, uma crise de dívida.
Hoje temos muito mais dívida que 2007.

Repórter: fala que essa dívida está em diferentes lugares, que houve uma desalavancagem de consumo e que o mercado imobiliário não está tão alavancado quanto em 2007.

Taleb fala que não há almoço grátis; que estar em diferentes lugares não faz diferença, pois estão majoritariamente vinculadas com o governo e com os balanços corporativos das empresas. Esse último alimentou a subida do mercado de ações pois as corporações investiram o dinheiro líquido (numa situação de 0% de taxa de juros) comprando suas próprias ações ou em empréstimos. O total da dívida corporativa não financeira aumentou em mais de US $ 2,5 trilhões.

Há também o caso do governo, este acha que faz empréstimos de graça por isso eles fazem muitos; contudo com isso eles tem que imprimir dinheiro ou fazer empréstimos a maiores taxas.
A dívida federal está girando em torno de US $ 21 trilhões. Segundo Taleb, o governo dos EUA está agora em uma “espiral da dívida”, o que significa que deve tomar empréstimos para pagar seus credores. E com as taxas em alta, o serviço de toda essa dívida continuará ficando cada vez mais caro.

Também tem as obrigações ocultas (“hidden liabilities”), tais como o pagamento da seguridade social e dívida estudantil. Essas dívidas não são somadas á dívida nominal, ficam ocultas.

Houve crises de débito no passado na periferia dos EUA (Argentina / América Latina). Dessa vez o problema está mais próximo do núcleo do EUA.

Como se pode sair da dívida acumulada? A solução normal é via inflação, entretanto ao criar inflação ela pode sair de controle.

Em 2008 transferimos a dívida de indivíduos para os estados. E foi possível reduzir as taxas de juros a 0% o que minimizou o problema. Dez anos depois começamos a subir as taxas, quem vai pagar o preço por esse aumento? Muitas pessoas se beneficiaram do dinheiro barato: principalmente corporações e REITS. Quem está mais frágil: REITS seguido das ações. A subida das taxas de juros vão gerar cada vez mais volatilidade nas ações.

Taleb faz questão de diferenciar avaliação de riscos de previsões, ele não faz previsões.

Duas soluções miraculosas para o problema seriam crescimento real sem divida ou inflação controlada.

Repórter: onde há maior segurança em investimentos nesse cenário.
Taleb: Fala onde ele aplica para se proteger, um pouco de ouro, terras produtivas e “dinheiro” protegido da inflação. Se tiver ações tenha hedge para limitar a perda.

 

Hidden (aquele) 3 de novembro de 2018 at 00:03

Entao…. nos últimos 15anos TODO o mundo se endividou a ponto de crescerem as dívidas em 150TRI pra um saldo de $250TRI !!! Pra não deixar quebrar as empresas, medo da recessão e da derrocada pôs 2008 e tb pra fazer assistencialismo barato ou mesmo não deixar muita gente lascada rodaram a maquininha e emitiram moeda a rodo!!!

E se comprou TEMPO!!!

agora como sair dessa, num mundo com baixo crescimento? Sorte que com isso a inflação seguiu baixa e a taxa de juros em vários países negativa!!! Mas até quando???!!!! E como sair dessa arapuca???

Sob essa ótica tamos mais perto de um debacle que pode virar GOOME do que de um crescimento sustentando com inflação controlada ne!!,

quando vai dar merda isso ninguém sabe ne…. então, como s e proteger ??? conservador pra cacete no grosso dos investimentos (70/80% ou mais) e agressivo até o talo no restante (20/10% ou menos)!!!

Títulos do governo, em especial indexados à inflação !!! E na outra ponta até agiotagem pra apostar ganhar e sair!!!

Intuitivamente tenho tentado fazer assim, com esses 10% de risco tenho até emprestado dinheiro pra sogra e cunhado !!! Sqn ambos já se foram ne,,,.

Ahhh alem de títulos do governo, ouro que como menciona a reportagem vem sendo adquirido põr alguns países e deve subir 26% em 2019!!!

Spoiler

The London Bullion Market Association (LBMA) surveyed attendees at its annual gathering in Boston and results show that gold is forecast to climb 26 percent in the next year, up to $1,532 an ounce. According to George Milling-Stanley, head of global strategy at State Street Global Advisors, gold’s next significant resistance level is $1,350 an ounce and prices may test that level within six to 12 months. We’re now entering the historically strongest eight months for gold demand, with festivals in India and China, as well as Christmas and Valentine’s Day celebrations, writes Bloomberg. Perth Mint CEO Richard Hayes said in an interview at the LBMA last week that the recent stock selloff has reignited caution in many investors. Hayes also said that “if the midterms go badly for Trump, you’ll see a return to gold” because “a lot of Trump’s true believers are precious metals buyers.” @ http://www.usfunds.com/investor-library/investor-alert/the-black-swan-author-just-issued-a-powerful-warning-about-global-debt/#.W90XT9Fv-hB

Com os títulos de Bananistao pagando juros perto de 5% mais inflação tamos bem apostando no TD !!!

 

@Mineirausfall 3 de novembro de 2018 at 06:57

Mais algumas para apimentar o assunto: a dívida bomba.

https://www.bloomberg.com/quicktake/chinas-debt-bomb

https://www.energyandcapital.com/amp/articles/the-us-governments-debt-bomb/6468

https://www.washingtonpost.com/amphtml/opinions/the-247-trillion-global-debt-bomb/2018/07/15/64c5bbaa-86c2-11e8-8f6c-46cb43e3f306_story.html?noredirect=on

https://www.marketwatch.com/amp/story/guid/002D5BAA-DD19-11E8-AF74-E52BB354A906

Esse aqui, já diz que não tem problema algum.

https://www.ampcapital.com/americas/en/insights-hub/articles/2018/June/putting-the-global-debt-bomb-in-perspective-seven-reasons-to-be-alert-but-not-alarmed

@Barnabezinho 3 de novembro de 2018 at 07:13

Temos de pensar que há nos EEUU muita gente assoprando a vela do barco enquanto ele desvia das pedras. Tem gente a beça querendo desesperadamente uma quebra ali. Minha opinião.
Trump é bom mas para muitos investidores a bagunça e o empobrecimento do país eram melhor opção. Um Estado mais controlador que fosse mais dependente dos impostos e que tivesse maior inclinação a resolver os problemas via dinheiro público. Para uma parte do povo que empresta dinheiro a recuperação econômica lá é danosa pois encarece suas dividas e reduz a capacidade de negociar, de fazer mais dinheiro sem investimento. Tem muita gente apostando no pior cenário, e juntando a isto o componente político…

 

Thread de outubro de 2017

Spoiler

Pateta 15/10/2017 at 10:59 

Mas, complementando uma informação que coloquei para os aplicadores da bolsa de um amigo, que falou de uma sombra pela bolsa. 

Consegui umas informações a mais para colocar pra vcs. Atenção estou vendendo a informação como comprei. 

Amigo bolsista diz que há infos de que a coisa vai ficar preta em relação ao petrodollar… as razões que ele colocou foram: 

1-China está agindo calmamente para ser a 1a. economia e continua seguindo com o plano de colocar o yen como centro em substituição ao usd. 
2-Visita do Rei Saudi na Russia 
3-Divida dos eua 

Bem colocou pra mim que a coisa pode dar encaminhamento a partir de 18.10 pois haverá eleições na china e o futuro presidente comunista defenderá o yen em vez do usd. 
Que estão estocando ouro pra jogar os titulos dos eua no lixo 
que arabia saudita fez acordo com putin para livrar o petro do usd. 

Com essas infos ele disse que usd pode arregar com mais rapidez e que pode haver terremotos em empresas como ptbr. 

Bom, não analisei o que ele me colocou, mas boatos de que ptbr venha a ser privatizada deixa uma duvida legal … quem comprará? e se pensarem como bolhistas, podem entender que o lado bom da ptbr vai pra mãos orientais e a bucha fica por aqui… Mas como disse não analisei. 

Achei importante dividir isso com vcs. Estou realmente complicada com tempo, mas sei que muitos podem analisar a situação. Contudo, não acredito que simplesmente joguem os uuss pra escanteio com tanta simplicidade, algo mais está acontecendo e eua tem ainda poder de fogo sobre toda a asia. 

Sigam o dindin… e fiquem atentos para subidas inexplicaveis de alguns papeis e ainda mais … se puderem rastreiem os tubas, pra não virarem sardinhas. 

Impedimenta, adogooooooooooo queria um hangout com tua participação… vc é impagável e impegável….. hahahahaha 

 

Pobre Paulista 15/10/2017 at 11:05 

Peter Schiff tem razão! 

 

Pobre Paulista 15/10/2017 at 11:07 

“vc é impagável e impegável” 

Tem quem discorde, tipo uns ministros por aí kkkkk 

 

civilizado 15/10/2017 at 11:12 

olha…pode ser vdd…ou boatos…mas como já falei aqui o futuro da petro é da cor do brent…é inevitável!!!..dizem más linguas que ela não dura 13 anos….olha, até acho mui tempo!!! 

 

Floyd 15/10/2017 at 11:13 

Tem um certo que discorrem sobre a substituição do dólar pelo yen é o rublo. 
Hoje o Putin anunciou a criptomoeda estatal, o cripto-rublo. 

https://br.sputniknews.com/economia/201710159590916-bitcoin-criptomoeda-russia/

Alguém saberia analisar o impacto que isso trará à economia? 

 

civilizado 15/10/2017 at 11:15 

olha a China essa semana praticamente abriu as portas para o bitcoin…e ela andou subindo por causa desta notícia…temiam que china não aceitasse a moeda…mas parece que são simpatizantes…de repente enfraqueça mais o dolar!!!quem sabe!! 

 

Floyd 15/10/2017 at 11:19 

A evolução será a criptomoeda dos BRICS, o conflito é inevitável. 

 

Floyd 15/10/2017 at 11:23 

Mas, acho que a Rússia e a China vão acabar com a farra do bitcoin, acho difícil deixar esse com valorização eterna como alguns dizem. 

 
civilizado 15/10/2017 at 11:23 

A nova rota da seda….China . mes passado a governo chines anunciou One Belt One Road ( um cinturão ,uma rota) é o maior conjunto de obras da história da humanidade , a grande cartada da China para ultrapassar os EUA e se tornar a nova hiperpotencia global…e para isso colocar US$ 5 trilhões …. 

 

windville 15/10/2017 at 11:29 

Vale e BHP curtiram isso aí! 

 

civilizado 15/10/2017 at 11:29 

Vdd!!! 

 

civilizado 15/10/2017 at 11:29 

kilometricas ferrovias atravessando a europa,corredores de gasodutos,até na Africa…Túneis, etc,etc…vão levando infra pra paises e escoando seus produtos e ao mesmo tempo emprestando dinheiro…pra estas obras…quem não conseguir pagar , fica “preso” a eles…é por ai….na revista super interessante tem a rota dos paises que eles já estão…. 

 

civilizado 15/10/2017 at 11:33 

63% da população será afetada pelo megaprojeto, que pretende alcançar mais de 60 paises…. 

 

civilizado 15/10/2017 at 11:39 

o megaprojeto inclui portos,rodovias,ferrovias,gasodutos,oleodutos,e centro de distribuição,tudo para fornecer as exportações chinesas….é exatamente a mesma estratégia adotada pelas duas últimas superpotências no sec. 18/19…ingleses e americanos…. 

 

Francisco Quiumento 15/10/2017 at 12:20 

“A China vai implodir.” 

Busquem e acharão. 

Benças dominiCAOS, mizifios! 

 

civilizado 15/10/2017 at 12:22 

bahhh os caras estão abocanhando…tudo!!! 

 

Francisco Quiumento 15/10/2017 at 12:31 

E na verdade, ao alavancar isso, estão devendo para todo mundo. 

😉

 

neco 15/10/2017 at 12:40 

Quanto maior a altura, maior o tombo. Eles vão cair. 

 

dautonico 15/10/2017 at 12:41 

Não sei se é ‘fidedigno’ a fonte, mas é interessante olhar: 
http://www.nationaldebtclocks.org/debtclock/china

Interessante o * que é recomendável multiplicar por 2.75 o valor pois ele não inclui a divida do pais para financiamentos governamentais locais… 

 

Nunes 15/10/2017 at 12:48 

Eu acredito fielmente que a China terá um tombo quilometrico, estão alavancados até o toba, e o Pai Xicão pode nos falar melhor sobre o assunto. 

 

Francisco Quiumento 15/10/2017 at 12:55 

Repito. 

Não tem como se sustentar num truque muito velho: 

Geração de capital fixo (obras, construções, pontes, estradas, edificações, etc) amparada em contratos de crédito que ao final não tem lastro algum a não ser a própria peça de capital fixo. 

Se emitir papel resolvesse economia, as nações mais ricas de todos os tempos sempre teriam feito esta besteira, que keynesianamente, TEM de ser muito limitada e imediatamente, abandonada pela rolagem normal do jogo econômico. 

Mas qual nação que fez exatamente isso numas décadas anteriores? 

Deixa eu me lembrar… 

Ah! 

Banãnia dos militare do período do “milagre”! 

Pontes, represas, hidroelétricas, etc… 

A China é só uma BANANIAZONA mais bombada e que tem feito MENOS erros. 

Vai tombar, e vai dever até as cuecas para quem realmente gera CONTRIBUIÇÃO/AGREGAÇÃO DE VALOR. 

 

neco 15/10/2017 at 13:25 

Eles podem estar pensando que são grandes demais para quebrar? Ou pensando que o mercado pensa assim. 
Não tem como isso se manter, em algum momento a casa cai. 

 

Nunes 15/10/2017 at 13:28 

a gente até avisa ne hehe 

 

300esparta 15/10/2017 at 14:52 

eu acho que não muda nada na china e não vai mudar nada com o dólar. 

Nenhum vai despencar, nenhum vai subir e vão ficar nesse cabo de guerra eterno. 

nada de bombástico. 

Formiga atomica 15/10/2017 at 15:34 

Tava quase acreditando que a China ia. Aí vem PXPF é o Nu es e contam que não vai. Sacanage. 

 

From_The_Tower 15/10/2017 at 15:38 

Mas a China após as reformas deu um grande salto. Den Xiaoping mesmo dentro do Partido Comunista Central Chinês fez mais que o Mao em 30 anos. 

as 500 maiores empresas americanas estão lá. Está alavancada? 
sim. 
mas perto do que eles passaram com o Maozedong é uma maravilha. 
Não perderá o posto de segunda maior economia do mundo. 

 

From_The_Tower 15/10/2017 at 15:43 

Pontos a favor da China 

*Tornou-se o maior pólo manufatureiro do mundo 
* Dos 10 maiores portos de movimentação 08 estão na China 
* Investem pesado em educação , formação , ensino . Formam milhares de engenheiros por ano 
* Possuem a maior população mundial 
* Saltou o Pib Per capita nominal e vai melhor ainda no PPP (paridade poder de compra) 
* Atrai bilhões em investimento diretos e indiretos as maiores empresas do mundo querem produzir e comercializar por lá 

 

Formiga atomica 15/10/2017 at 15:45 

Ela recuperou o posto de potência econômica e militar que havia perdido. 

 

From_The_Tower 15/10/2017 at 15:46 

eu não sei determinar o período histórico 
mas a China era fechada em si mesma 
era a maior potência econômica do mundo 

 

Formiga atomica 15/10/2017 at 15:54 

Século 18, do verbo não sei se é. 

 

From_The_Tower 15/10/2017 at 15:46 

Pontos Negativos 

Geologia 
Matriz Energética sofrível (depende muito do carvão) 
Imposições do Governo Central quanto as liberdades individuais 
Criou uma elite mercantilista que une-se com a elite política para a manutenção do esquema 
e assim vai 

 

Strike 15/10/2017 at 16:23 

Cara, respeito as opiniões do Pai Xicão e Mestre Nudes, mas com China ninguém pode. É uma potência que tem uma super população e um governo forte que controla todas as decisões e tem um projeto muito bem definido para o país, projeto esse que é seguido a risca, sem dissensões e quando surgem dissensões, simplesmente são eliminadas, mas nada sai da rota, tudo continua seguindo em frente nos trilhos. Não tem como dar errado. Não é como os EUA, que tem democracia, que é bom para os cidadãos, mas que também tem uma guerra política que está cada vez mais acentuada e que vai levá-lo à ruína se isso não for parado o mais breve possível. 

 

From_The_Tower 15/10/2017 at 16:25 

eu entendo as preocupações dos colegas com o arranjo financeiro que a China utiliza 

mas eles estão desde 1993 provando ano a ano que possuem muito potencial 

 

Strike 15/10/2017 at 16:35 

Você sabe, eles são marxistas só no controle do governo. O comunismo pra eles só serve para o controle do país. Eles não acreditam no marxismo não. O Bananil acredita mais no marxismo que eles. Lá não tem política rasteira nas universidades. Eles estão formando uma elite de cientistas. São disciplinados e determinados. Aqui na cidade tem várias lojas chinesas. Trabalham pra caramba, moram no mesmo prédio do comércio para não pagar aluguel, eles mesmos fazem as instalações das lojas, eles mesmos fazem as reposições, etc. Estão por aqui há poucos anos, mas aposto que já são mais ricos que a maioria dos ricos da cidade. Só por curiosidade vá ao Google Maps e veja o que é aquilo. 

 

From_The_Tower 15/10/2017 at 16:38 

tem um restaurante num bairro nobre aqui em Curitiba 
eles já dobraram o restaurante 
super limpo e organizado (muito bom perto das pastelarias chinesas porcas do centro) 
eles quase não falam português… mas sei que estão cheios da grana. 

 

Strike 15/10/2017 at 16:39 

Recentemente, eles estavam preparando as instalações de uma loja aqui. Eu só reparando eles trabalharem. Começam antes das 6h damanhã e só terminavam à meia noite. Foi assim todos os dias, inclusive sábados, acha que só paravam no domingo, até inaugurar a loja. Eles mesmos. Não, não, essa galera não tá de brincadeira. 

 

From_The_Tower 15/10/2017 at 16:44 

eu sei 
eu tb observo esses detalhes 

eles fazem tudo 

 

Strike 15/10/2017 at 16:46 

Outra coisa, ao contrário dos japoneses, não fazem diferença de ninguém. 

 

Strike 15/10/2017 at 16:24 

Você fala de energia? Olha isto! 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrelétrica_das_Três_Gargantas

 

From_The_Tower 15/10/2017 at 16:25 

isso eu sei 
agora pesquise em investimentos fora da China em energia 
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/08/1673297-triunfo-vende-duas-hidreletricas-por-r-175-bilhao-a-china-three-gorges.shtml

 

g.w. bush 15/10/2017 at 19:43 

Sobre a China, o que eles fizeram foi a transição do socialismo marxista para o socialismo nazista. O processo começou no final da década de 70 com Xiao Ping e demorou quase 20 anos para se concretizar. 

O Estado é controlador último de todas as empresas, mas deixa o mercado operar com alguma liberdade, para ter desenvolvimento e o lucro necessário para o sistema se manter. 

O sistema produtivo é padrão revolução industrial na Inglaterra. No whatsapp rola um vídeo de laminação de vergalhões onde os chinas estão apenas de bermuda e sandálias e se jogam água o tempo todo! Várzea total! Assim é fácil fabricar “produtos competitivos”. 

Paralelamente a nomenklatura investe pesado na indústria bélica e em infraestrutura, e compram títulos americanos e ouro, pois sabem que os americanos podem fechar o mercado exigindo liberdade e fair trade 😉

 

Rodrigo 15/10/2017 at 19:45 

O Estado é controlador último de todas as empresas, mas deixa o mercado operar com alguma liberdade. 
Isso me é bastante familiar. 

 

Bobolhando... 02/08/2017 at 16:29 

Publicação do Mises de hoje. O assunto já é de conhecimento geral aqui no BoB, mas é sempre bom relembrar. 

China: uma aberração econômica keynesiana e mercantilista 

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2736

 

Bobolhando... 02/08/2017 at 16:32 
Perguntado sobre se existe solução para a China, o Leandro Roque respondeu: 
Leandro 02/08/2017 16:09 
Quando se tem um governo com mão-de-ferro (daí a necessidade de censura e maciços projetos militares), população submissa e alguma liberdade econômica, o arranjo dura bastante. A própria URSS, que não tinha liberdade econômica, durou mais de 70 anos. O atual arranjo chinês ainda irá durar um bom tempo. Azar de quem está lá. 
Mas o arranjo, ao que tudo indica, não mais está enganando os investidores estrangeiros. Prova disso é que, no final de 2015, quando o governo desacoplou sua moeda em relação ao dólar com a intenção de torná-la uma moeda competitiva globalmente, ela desabou e gerou uma até então inédita fuga de capital do país. Ato contínuo, o governo chinês entrou em pânico e literalmente criou postos de controle militares nos arredores das grandes cidades para revistar pessoas que estivessem portando moeda estrangeira e imediatamente abandonou seus planos, ao menos temporariamente, de querer que sua moeda vire uma moeda de troca internacional. 

 

Francisco Quiumento 27/06/2017 at 23:00 

Offinho G.E.E.L.E. 

Caro Inseto‏ @InsetoSereno 13 minHá 13 minutos 
Mais 
Crescendo a passos largos, endividamento total na economia chinesa supera 300% do PIB. 

As melhores bolhas têm no crédito seu acicate maior 

( Embaixo disso, gráfico assustador.) 

Offinho da nossa G.O.M.E. 

Alguém ouviu hoje na CBN falarem da lambança que estão os distratos e o estoque das destrutoras? 

 

Hidden (aquele) 27/06/2017 at 23:04 

Ate 2020 tutto sussa… 295, 296 e. Contando !!! 

http://www.jb.com.br/economia/noticias/2016/05/29/wsj-divida-global-cresce-mas-ainda-nao-preocupa/

Spoiler

'WSJ': Dívida global cresce, mas ainda não preocupa 

Jornal do Brasil 

29/05/2016 às 00h07 

Matéria publicada nesta sexta-feira (27) no The Wall Street Journal, fala que se a tendência persistir até o fim deste ano, as famílias americanas voltarão a ficar tão endividadas quanto estavam no auge da onda de crédito, em 2008. A dívida global já ultrapassou os níveis de 2008 e continua crescendo. Esse comportamento é surpreendente tão pouco tempo depois das crises provocadas pelo endividamento elevado nos Estados Unidos e na Europa e das preocupações sem fim com o excesso de dívidas também no Japão, China e mercados emergentes. Mas, apesar de toda apreensão, uma crise de dívida é improvável no curto prazo. Juros mais baixos significam que pagamentos de dívidas são bem menores do que eram antes da crise. Nos EUA, o endividamento das famílias em relação à economia geral está muito menor. E, em outros países, empréstimos podem ser facilmente rolados. 

Ainda assim, mesmo com os juros baixos, o ciclo de empréstimos e rolagens de dívida tem um custo. Pessoas, governos e empresas gastam agora em vez de depois, o que tende a reduzir o crescimento futuro. O ciclo também permite que empréstimos continuem vigentes por anos, o que pode ser bom, ao possibilitar a realização de reformas, ou não, já que políticas ruins podem ser adotadas indefinidamente. 

Segundo a reportagem, as famílias americanas deviam US$ 12,25 trilhões no fim de março, 1,1% a mais que no fim de 2015, segundo o relatório trimestral de dívida e crédito das famílias da regional nova-iorquina do Federal Reserve, o banco central dos EUA, divulgado na terça-feira. Se o resultado do primeiro trimestre se repetir até o fim do ano, a dívida das famílias americanas vai se aproximar do recorde registrado no terceiro trimestre de 2008, de US$ 12,68 trilhões. Muitas pessoas lembram daquele trimestre porque foi quando o sistema financeiro global ruiu. 

Hoje, a situação é outra porque os juros de curto prazo têm sido mantidos próximos de zero desde então. Para os consumidores americanos, isso significa que os pagamentos do serviço da dívida das famílias como proporção da renda pessoal disponível estão em seu menor nível desde pelo menos 1980, apesar de um volume muito maior de endividamento. Além disso, mais empréstimos estão indo para tomadores de menor risco. 

A combinação de tomadores de melhor qualidade, muitos empregos e juros baixos contribui para que as taxas de inadimplência estejam em mínimas históricas. 

Os juros baixos têm um impacto ainda mais drástico fora dos EUA, onde as economias estão mais fracas ou menos estáveis. A dívida global — incluindo famílias, empresas e governos — subiu de 221% do PIB no fim de 2008 para 242% no fim do primeiro trimestre. Mas o custo do pagamento de juros, como fatia do PIB, caiu de um pico de 11% para 7%, segundo o banco J.P. Morgan. 

O Japão é o principal exemplo de como os juros baixos podem mudar as regras do jogo. Equivalente a 400% do PIB, o nível da dívida do Japão é de longe o maior do mundo. Um dos grandes mistérios das finanças é por que investidores continuam emprestando dinheiro ao governo japonês a juros baixíssimos ou negativos quando parece impossível para ele pagar sua dívida. 

Mas a razão entre o custo dos juros e o PIB do Japão é de apenas 2%, entre as mais baixas do mundo, de acordo com o J.P. Morgan. Nesse nível e com ampla poupança doméstica, esse jogo pode durar para sempre. 

O exemplo japonês reduz parte das preocupações de curto prazo com a China, onde estimular a economia via crédito se tornou uma política nacional. A proporção entre dívida e PIB na China passou de cerca de 140% antes da crise financeira para 243% hoje. Mas a relação entre o custo dos juros e o PIB é de 12%, uma das mais altas do mundo e mais elevada que a registrada nos EUA antes da crise. Mas a proporção não cresceu em dois anos, mesmo com o aumento do endividamento. 

O mais importante é que a China tem bastante espaço para cortar os juros. E os bancos também estão rolando empréstimos e ampliando os vencimentos. A dívida não pode subir para sempre, mas, se não houver nenhum grande choque na China, há poucas razões para que o jogo da dívida não possa continuar no futuro previsível. 

“Em um mundo onde não é difícil rolar dívidas, a sustentabilidade da dívida deveria ser conduzida pelo custo do juro”, diz Nikolaos Panigirtzoglou, analista do J.P. Morgan. 

O risco é que a alta da inflação leve os bancos centrais a aumentar os juros. Mas a inflação também reduz o peso das dívidas ao permitir que devedores paguem suas obrigações com um dinheiro de menor valor. Este é o melhor cenário para o governo japonês liquidar sua dívida. 

Os perdedores em todos esses cenários são os poupadores e os bancos, que quase não são pagos para fornecer capital e ainda se arriscam a perder dinheiro em termos reais. 

Também há estresse entre alguns devedores. Empréstimos estudantis nos EUA agora representam 10% da dívida das famílias, o dobro do nível de 2008, e 11% desse total está inadimplente ou perto disso. Em alguns países emergentes, a queda dos preços das commodities e o enfraquecimento das moedas dificulta o pagamento de dívidas em dólar. 

A capacidade de acumular dívida com poucas consequências inevitavelmente leva à complacência. Embora a qualidade da dívida nos EUA seja em grande parte boa, este não é o caso da China. Estimativas de empréstimos de risco nos resultados dos bancos atingem 19%, ante estimativas oficiais de inadimplência de 1,6%. O banco Standard Chartered prevê que a dívida chinesa ultrapassará 300% do PIB até 2020. 

Qualquer choque, como uma nova fuga de capital no mercado doméstico ou uma recessão externa, pode jogar a China e até o Japão numa crise. As circunstâncias que permitem a grande acumulação de dívida podem continuar por muito tempo, mas nunca duram para sempre. Esse é o risco que a economia global irá enfrentar em algum momento. 

Hidden (aquele) 27/06/2017 at 23:05 

O exemplo japonês reduz parte das preocupações de curto prazo com a China, onde estimular a economia via crédito se tornou uma política nacional. A proporção entre dívida e PIB na China passou de cerca de 140% antes da crise financeira para 243% hoje. Mas a relação entre o custo dos juros e o PIB é de 12%, uma das mais altas do mundo e mais elevada que a registrada nos EUA antes da crise. Mas a proporção não cresceu em dois anos, mesmo com o aumento do endividamento. 

 

civilizado 27/06/2017 at 23:10 

tudo isso é vdd, mas pelo que leio , eles estão atentos agora é pela bem estar da população, saneamentos, praças, entretenimentos( haja visto a grande investida em jogadores de futebol), etc,etc,etc 

 

Alfinete da bolha 27/06/2017 at 23:04 

Nem sei como ainda funcionam essas destrutoras, e continuam erguendo prédios! Sério, eu não entendo! 

 

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Investidor 11 de novembro de 2018 at 12:53

 

 

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G.E.E.L.E. News from Tcháina.

https://amp.scmp.com/economy/china-economy/article/2173461/china-underestimating-its-us3-trillion-dollar-debt-and-could

https://coingape.com/global-debt-historic-high-china-acquiring-massive-amount-gold/amp/

http://www.atlanticcouncil.org/blogs/new-atlanticist/will-china-s-economic-slowdown-lead-to-a-major-crisis

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Ambicioso projeto chinês "Belt and Road infrastructure initiative (BRI)", também conhecido como One Belt, One Road (OBOR) - que na prática avança o império chinês pra diversos países da Ásia, África, Oriente Médio, etc.

https://www.theguardian.com/cities/ng-interactive/2018/jul/30/what-china-belt-road-initiative-silk-road-explainer

https://www.breitbart.com/national-security/2018/11/16/study-chinas-belt-road-infrastructure-project-running-low-funding/

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Colmeia 19 de novembro de 2018 at 19:11

G E E L E

Ray Dalio vê paralelos entre momento atual dos mercados e 1930’s.

Fundador do The Bridgewater Associates levanta grandes questões sobre os níveis globais de endividamento.

https://www.bloomberg.com/opinion/articles/2018-11-19/ray-dalio-of-bridgewater-sees-parallels-to-1930s-in-markets-now

 

Investidor 19 de novembro de 2018 at 21:25

Mais G.E.E.L.E.

Netflix’s ‘death cross’ is the third for FAANG stocks and Nasdaq Composite is next
By Tomi Kilgore
Published: Nov 19, 2018 4:11 pm ET

 

Colmeia 19 de novembro de 2018 at 21:34

… e a Apple :

Apple Shares Near Bear Market Territory

Apple Inc. shares dropped close to bear market territory Monday on concern consumers are no longer clamoring for its cornerstone product, the iPhone.

The stock closed at a record of $232.07 on Oct. 3. Since then it’s plunged almost 20 percent — the official bear market threshold — as multiple suppliers indicated the company is cutting parts orders for the latest iPhones.

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5 horas atrás, Axio disse:

Colmeia 19 de novembro de 2018 at 19:11

G E E L E

Ray Dalio vê paralelos entre momento atual dos mercados e 1930’s.

Fundador do The Bridgewater Associates levanta grandes questões sobre os níveis globais de endividamento.

https://www.bloomberg.com/opinion/articles/2018-11-19/ray-dalio-of-bridgewater-sees-parallels-to-1930s-in-markets-now

"Dalio has said that investors should consider placing 5 percent to 10 percent of their assets in gold as a hedge against political risks.

One of Dalio’s main points, backed up by the rise in global debt, is that the entire world is “leveraged long.” Low interest rates fueled buybacks, acquisitions and increasing stock prices. That can’t last forever. Broadly, “You need to prepare for lower expected returns in the future,” Dalio said. “You can expect lower returns and more taxes. That’s going to be the nature of the beast.” The only answer, he said, is to try to balance portfolios."

---

https://www.bloomberg.com/opinion/articles/2018-11-19/elizabeth-warren-throws-down-the-gauntlet-on-leveraged-loans

"But Warren says that further interest-rate increases from the Fed could doom the market: “Companies will face rising interest costs just as the economy starts to slow down.” It’s clear based on comments from top officials last week that they’re not in a rush and will continue to gradually tighten as long as the economy gives them a green light. That shouldn’t be back-breaking for companies with loans.

She also warns that “Many of the loans are securitized and sold to investors, spreading the risk of default throughout the system.” In truth, the packaging helps insulate buyers from pockets of distress — again, as long as they’re buying the higher-quality tranches. The AAA and even AA rated portions have famously never defaulted, even during the worst of the recession. Of course, that period wasn’t exactly a shining moment for credit ratings. But Moody’s estimates that the average recovery rate on U.S. first-lien loans will probably decline to 61 percent in the next downturn, compared with 70 percent in 2008. That should still be more than enough to keep the top of the CLO structure whole.

A crucial reason CLOs are unlikely to repeat the CDO fiasco is because the U.S. banking system is less exposed. That also means it’s largely out of the Fed’s jurisdiction. Like corporate bonds, much of the risk has been passed onto investors. And while large asset managers are certainly important, they’re not nearly as pivotal as the largest banks.

At the end of the day, anyone buying leveraged loans or CLOs at this point is well aware of their risks. For now, it’s been a winning proposition: The S&P/LSTA Leveraged Loan Index has returned 3.8 percent this year, compared with losses in just about every other fixed-income market. No one knows exactly when or how, but that momentum will fade at some point. But once that happens, don’t expect a 2008 redux. Believe it or not, markets might have actually learned a lesson."

CLO - Collateralized Loan Obligation

CDO - Collateralized Debt Obligation

What is the difference between a collateralized debt obligation (CDO) and a collateralized loan obligation (CLO)?

https://therealdeal.com/2018/03/02/the-clo-a-financial-crisis-bogeyman-is-back/

---

“The excesses are becoming visible. Leveraged lending hit a new high of $1.6 trillion last year, spreads over the interbank lending rate neared post crisis lows and lenders showed an unprecedented willingness to waive the usual protections. Just as in the high-yield bond market, covenants designed to prevent the most egregious behavior of borrowers were scrapped and investors took more on faith: Half of U.S. leveraged loans and 60% of Europe’s are ‘covenant-lite,’ according to the Institute of International Finance, a trade group.”

“This is a market with a ton of cash chasing too few deals,” according to one major underwriter cited by the reporter. “It feels awfully frothy, going back to the days of 2006, 2007.” 

Investors should be worried about the CLO ticking time bomb. It clearly presents a similar danger as the CDO collapse caused in 2008.

https://seekingalpha.com/article/4159460-clos-next-cdos

---

"Critics that remain warn that CLOs weathered the financial crisis because they were invested in corporate, not consumer, debt. If corporate loans turn out to be the big problem in the next downturn, then CLOs may not prove as bulletproof as the last time around, especially after a number of years in which companies have been taking on more debt relative to their assets. Safeguards and covenants, too, appear to have weakened in corporate loans. All this comes when a growing number of investors are warning that the corporate loan market might be stretched.

And remember, many people thought once upon a time that hedge funds, because they were hedged, wouldn’t lose money. That didn’t prove true. It won’t for CLOs, either."

https://www.bloomberg.com/opinion/articles/2018-08-15/clos-are-the-new-hedge-funds-plan-accordingly

---

"It’s easier to assume the peak is close when the proverbial “mom and pop” investors are tempted to buy nontraditional investments, if they haven’t already. In fact, U.S. leveraged loan funds experienced their first weekly outflow since February in the period through July 4, snapping a 19 week-streak of inflows, according to Lipper data. Still, it has been a one-sided market all year.

CLO issuance should surpass last year’s mark, according to Fitch, and there’s a good chance the investments will again deliver strong returns relative to more interest-rate sensitive bonds. But the “smart money” has been reaping profits for years. You don’t want to risk being the one holding the bag when that reverses."

https://www.bloomberg.com/opinion/articles/2018-07-10/clos-have-hit-a-peak-when-mom-and-pop-show-up

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Poderiam as dívidas dos millennials provocar a G.E.E.L.E.?

https://finance.yahoo.com/news/millennials-drag-us-economy-215146245.html

https://www.iontuition.com/student-loans-cause-economic-recession/

As dívidas corporativas também viraram um monstro.

https://www.washingtonpost.com/amphtml/business/2018/11/20/two-big-reasons-there-really-might-be-recession/?noredirect=on

https://www.gq.com/story/how-to-survive-the-next-financial-crisis/amp

https://www.theatlantic.com/amp/article/576568/

Enfim, dívidas para tudo que é lado.

https://seekingalpha.com/amp/article/4223654-age-debt-profit

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